Skypro, que "veste" companhias aéreas do Médio Oriente, "apreensiva" com "stand-by" nas encomendas
Empresa portuguesa, especializada em uniformes e calçado, que serve várias companhias aéreas no Médio Oriente, está "apreensiva" com adiar de decisões de compra e receia atrasos nas entregas devido às dificuldades logísticas causadas pelo conflito.
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Fundada em 2004, a Skypro, com sede em Ermesinde, veste e calça tripulações em todo o mundo. Em 2022, abriu um escritório no Dubai para "apoiar clientes" no Médio Oriente, em 2023 ganhou um contrato para vestir os pilotos da Emirates e, em 2024, conquistou três para calçar pilotos, tripulação de cabine e pessoal de terra da Air Arabia e Royal Jordanian Airlines e renovou com a FlyDubai, contando com uma carteira que inclui as maiores companhias de aviação do mundo. Mas os bloqueios nos transportes, por ar e por mar, decorrentes da guerra no Irão, estão a abrir caminho a "atrasos". Em dois sentidos: tanto nas encomendas existentes, por força dos desafios logísticos, como ao nível de novas, com os clientes a adiarem a suas decisões de compra.
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