pixel

Negócios: Cotações, Mercados, Economia, Empresas

Notícias em Destaque
Opinião por
Artigos de opinião deste autor

Quando no século XIX Tolstoy publicou o romance "Guerra e Paz", dificilmente poderia imaginar que, mais de cento e cinquenta anos depois, as suas reflexões sobre a guerra continuariam a soar tão atuais.

"Guerra e Paz" no mundo incerto de hoje

A questão não é colocar técnicos contra políticos. É encontrar o equilíbrio. Um bom ministro político precisa de cultura técnica suficiente para não ser refém da máquina. Um bom ministro técnico precisa de inteligência política para não se tornar irrelevante dentro do próprio Governo.

Técnicos competentes ou políticos habilidosos

Quando a crise é ampla e transversal ao território, a resposta fica presa entre um centro distante e municípios que, isoladamente, não têm escala para agir com a rapidez e a robustez necessárias.

No Terreiro do Paço nada acontece

Depois de tantos ataques sofridos ao longo de uma já longa carreira profissional, é tempo de olhar para Tânia Laranjo como um exemplo de disponibilidade, de competência e de coragem.

Alerta Laranjo

O que estamos a viver deve servir para repensar seriamente o modelo organizativo do Estado português, valorizando a descentralização responsável, o reforço dos poderes locais e a criação de estruturas regionais eficazes e com autoridade conferida pelos cidadãos.

A proximidade é um ativo estratégico – a lição dos temporais

Num país onde tanto se desconfia, talvez valha a pena lembrar que, nos momentos mais difíceis, é muitas vezes o autarca quem segura a comunidade.

Devemos respeito aos autarcas

A segunda volta deveria ser o momento da clarificação e do debate sereno, não o palco de uma batalha moral onde se tenta definir quem vota bem e quem vota mal.

Vou votar em quem quiser

Mesmo que a acusação venha mais tarde a ser desmentida, arquivada ou considerada infundada, a dúvida permanece. Fica a suspeita, o “não se provou, mas…”, que se instala na memória coletiva como uma sombra permanente.

Vítima, suspeito ou condenado?

A principal função do Presidente da República não é reformar, mas evitar a degradação do sistema. Existe para garantir o funcionamento regular das instituições, mesmo quando o conflito político se intensifica, prevenir ruturas democráticas, populismos institucionais ou abusos de poder e assegurar previsibilidade, num sistema sujeito a crises governativas recorrentes.

Para que serve um Presidente?

Celebrar cada mês não é sinal de conformismo, mas de consciência. É reconhecer que os desafios não se resolvem de um dia para o outro e que a construção do futuro se faz passo a passo e muitas vezes de forma silenciosa.

Em 2026 comecemos a celebrar cada mês

Portugal não precisa de salvadores nem de figuras messiânicas. Precisa de líderes que assumam riscos, que respondam pelos seus atos e que tenham a ousadia de pensar o país para além do próximo ciclo eleitoral.

O nosso Messias

Noticias Mais Lidas

Mais lidas

Para quem gosta de Bolsa, é o espaço privilegiado de debate em Portugal! Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos Aceder ao Fórum
Publicidade
Publicidade
C•Studio