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BCP com rácios de capitais próprios abaixo de 10% num cenário adverso

O BCP ficaria com um rácio de capital totalmente implementado abaixo dos 10% num cenário adverso num horizonte a três anos. Mas ainda assim revela uma perda de capital inferior à média europeia.

Miguel Maya, CEO do BCP, apresentou os resultados do banco para o primeiro semestre.
Miguel Baltazar
Alexandra Machado amachado@negocios.pt 30 de Julho de 2021 às 17:53
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O agregado dos bancos europeus, alvo dos testes de stress da EBA (Autoridade Bancária Europeia), ficaram com um rácio de capital totalmente implementado (CET1 "fully loaded") acima dos 10% num cenário adverso no horizonte de três anos. O BCP foi um dos bancos a ficar com um valor abaixo.

BCP e CGD foram os bancos portugueses analisados pela EBA, concluindo que o BCP ficaria, em 2023, num cenário adverso com um CET1 "fully loaded" de 8,14%, face ao cenário base com que partiu, em 2020, de 12,2%. Ainda assim, a queda do rácio seria de 4%, quando a média dos bancos europeus registaria uma descida de 4,85%.

Já a Caixa ficaria com um rácio de 15,34%, face aos 18,22% de 2020, menos 288 pontos base.

Já num cenário base, o rácio do BCP ficaria, em 2023, nos 13,83%, e o da Caixa nos 19,35%.

Quanto ao rácio de alavancagem, o BCP passaria dos 6,68% (cenário base de 2020) para 4,66% em 2023 num cenário adverso, e de 7,57%. Já na Caixa que parte com um rácio de alavancagem de 8,71% passaria num cenário adverso em 2023 para os 7,42% e num cenário normal de 9,26%.
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