Banca & Finanças Macedo admite aumentar rescisões na CGD se houver procura

Macedo admite aumentar rescisões na CGD se houver procura

A Caixa Geral de Depósitos pode aumentar o número de rescisões amigáveis se houver interesse por parte de trabalhadores que o justifique. "Se houver mais adesão logo se vê", afirmou Paulo Macedo aos jornalistas. Para já, o objectivo é que saiam 550 pessoas este ano.
Macedo admite aumentar rescisões na CGD se houver procura
Paulo Duarte/Negócios
Maria João Gago 20 de junho de 2017 às 12:32

O plano de rescisões amigáveis que a Caixa Geral de Depósitos apresentou aos sindicatos na semana passada visa permitir a saída de 550 trabalhadores este ano, tal como está previsto no plano de negócios do banco. No entanto, Paulo Macedo admite que o número possa aumentar se houver procura por parte dos trabalhadores.

 

"Se houver mais adesão, logo se vê", adiantou o presidente da CGD aos jornalistas, à margem da conferência sobre "corporate governance" organizado pela CMVM, esta terça-feira, 20 de Junho, em Lisboa.

 

A saída de 550 trabalhadores pretendida para este ano será conseguida com reformas antecipadas e rescisões amigáveis e terá um custo de 58 milhões de euros, recordou Paulo Macedo. O banqueiro garante que, em termos de reformas e pré-reformas, "a CGD oferece as melhores condições do país".

 

Pela primeira vez na história da CGD, este programa de saída de trabalhadores inclui um plano de rescisões amigáveis que abrange também as empresas do grupo Caixa, além do próprio banco.

 

Nos quatro anos de execução do plano de negócios acordado com Bruxelas, a cumprir até ao final de 2020, a Caixa tem de cortar 2.200 trabalhadores. Metade deste número tem de sair até ao final de 2018. 




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