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Nacionalização do Novo Banco custaria até 4,7 mil milhões

A nacionalização do Novo Banco custaria ao Estado entre 4 e 4,7 mil milhões de euros, segundo o primeiro-ministro. Foi uma solução “bem” estudada, mas a opção foi a venda à Lone Star.

Miguel Baltazar/Negócios
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 31 de Março de 2017 às 19:38
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A nacionalização do Novo Banco custaria entre 4 e 4,7 mil milhões de euros ao Estado português logo de imediato, de acordo com o primeiro-ministro António Costa.

 

Segundo o líder do Executivo, a nacionalização da instituição herdeira do BES seria considerada como estando em causa uma ajuda do Estado, à luz das regras europeias. E, aí, é necessário realizar o capital inicial do banco.

 

"Eram entre 4 e 4,7 mil milhões de euros. Não só as necessidades imediatas mas todas as necessidades eventuais ao longo dos próximos anos", indicou Costa na conferência de imprensa dada, ao lado de Mário Centeno, sobre a venda do Novo Banco.

 

Na venda ao Lone Star, opção recomendada pelo Banco de Portugal e acolhida pelo Executivo, o primeiro-ministro revela que o Estado não tem de pôr, no imediato, qualquer cêntimo. O fundo americano paga mil milhões de euros.

 

Além disso, o Estado ficaria, com a nacionalização, que é defendida pelos partidos de esquerda, com uma responsabilidade "ilimitada" pelos activos do Novo Banco. No caso da venda ao Lone Star, o Fundo de Resolução ficará por gerir activos com uma responsabilidade de 3,8 mil milhões de euros. 

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