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Portugal foi o país da UE onde o comércio a retalho mais cresceu em julho

Em Portugal, as vendas a retalho cresceram 3,9% em julho face ao mês anterior,quando na Zona Euro diminuíram 1,3%.

Em maio, foram menos as empresas que reportaram uma redução dos trabalhadores ao serviço.
Paulo Calado
Rita Faria afaria@negocios.pt 03 de Setembro de 2020 às 10:46
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Depois de dois meses de forte recuperação, as vendas a retalho na Zona Euro voltaram a descer em julho, sinalizando um abrandamento da retoma apesar do alívio gradual das medidas de restrição na generalidade dos países.

Segundo os dados divulgados esta quinta-feira pelo Eurostat, as vendas a retalho na Zona Euro desceram 1,3% em julho, face ao mês anterior, depois das subidas de 5,3% em junho e 20,6% em maio.

Na União Europeia, a quebra mensal foi de 0,8%, após as recuperações de 5,1% e 18,4% nos dois meses anteriores.

No entanto, alguns países contrariaram a tendência e aumentaram as vendas, como é o caso de Portugal que, a par da Roménia, viu o comércio a retalho crescer 3,9% face a junho.

No lado oposto estiveram a Bélgica (-5,1%), Finlândia (-2%) e Estónia (-1,5%), que lideraram as descidas.

O gabinete estatístico da UE detalha que, na Zona Euro, a venda de produtos não alimentares desceu 2,9% face a junho enquanto a venda de combustíveis diminuiu 4,3%. Na UE, pelo contrário, a venda de combustíveis aumentou 4,6% e a de alimentos, bebidas e tabaco 0,1%,enquanto as vendas de produtos não alimentares caiu 2,3%.

Apesar da quebra mensal deste indicador, tanto na Zona Euro como na União Europeia, as vendas a retalho aumentaram face ao mesmo mês do ano passado. A subida foi de 0,4% na Zona Euro e 0,7% na União Europeia.

Nesta comparação, Portugal ficou aquém dos parceiros europeus, com as vendas a retalho a diminuírem 3,6% em relação a julho de 2019. As maiores quedas foram, porém, as da Bulgária (-17,5%), Malta (-8,1%) e Luxemburgo (-6,1%) e as maiores subidas as da Irlanda (9,1%), Lituânia (6,8%) e Países Baixos (6%).

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