Novo aeroporto, hospital do Algarve e ponte sobre o Tejo na mira da Mota-Engil
Atrasos num conjunto de grandes obras em Portugal ditaram a quebra no volume de negócios. O grupo duplicou, contudo, a carteira de encomendas no país e diz-se posicionado para as próximas fases da alta velocidade, aeroporto Luís de Camões, concessões portuárias e novas travessias do Tejo.
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A Mota-Engil duplicou no ano passado o valor das obras em carteira em Portugal, mas o volume de negócios ficou abaixo das previsões devido “a atrasos na consignação de projetos-chave, concursos e adjudicações”. O grupo responsabiliza em parte as “eleições legislativas inesperadas”, que se realizaram em maio, mas ao Negócios o CEO do grupo aponta ainda "entropias" na gestão de projetos, reconhecendo que "as previsões que tínhamos de uma carga de obra bem mais significativa em Portugal na segunda metade do ano" não se verificaram.
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