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CGD quer banco universal no Brasil

A Caixa Geral de Depósitos (CGD entregou este mês um pedido ao Banco Central do Brasil para abrir um banco universal neste país. O objectivo da CGD é o de se focalizar nas áreas de banca de empresas e banca de investimento. “Não vamos fazer nenhum banco d

Maria Ana Barroso 28 de Abril de 2006 às 08:26
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A Caixa Geral de Depósitos (CGD entregou este mês um pedido ao Banco Central do Brasil para abrir um banco universal neste país. O objectivo da CGD é o de se focalizar nas áreas de banca de empresas e banca de investimento. "Não vamos fazer nenhum banco de retalho no Brasil. Vamos fazer aquilo que sabemos fazer melhor", afirmou Carlos Costa, administrador da CGD.

A Caixa Geral de Depósitos (CGD entregou este mês um pedido ao Banco Central do Brasil para abrir um banco universal neste país. O objectivo da CGD é o de se focalizar nas áreas de banca de empresas e banca de investimento. "Não vamos fazer nenhum banco de retalho no Brasil. Vamos fazer aquilo que sabemos fazer melhor", afirmou Carlos Costa, administrador da CGD e presidente do conselho de administração do Banco Simeón, num encontro com jornalistas, à margem do 4º Fórum Internacional da CGD, que se realizou pela primeira vez em Espanha.

A instituição bancária já tem três escritórios de representação no Brasil, dois dos quais através do Banco Simeón, pelo que a estratégia da CGD passa essencialmente por estar presente no grande centro financeiro do Brasil que é São Paulo. Questionado sobre o "timming" desta operação, Carlos Costa disse que o mesmo está dependente, sobretudo, da autorização do Banco Central do Brasil.

O responsável não quis adiantar o montante do investimento da CGD, nem a denominação que terá o novo banco, embora assegurando que "haverá uma identificação com a Caixa". O mesmo administrador da CGD anunciou ainda que vai ser inaugurado em Junho um escritório de representação em Xangai, na China, com a marca BNU.

No que respeita aos projectos para Espanha, onde decorreu o forum internacional, Carlos Costa disse que o "break-even" do Banco Simeón deverá ser atingido antes do prazo previsto que era o final de 2007. Sobre a estratégia de crescimento no mercado espanhol, a CGD diz não perder de vista hipóteses de aquisição na banca de retalho, mas salienta que o momento não é favorável. "Há poucos bancos e são muito caros", concluiu Faria de Oliveira, CEO do Simeón.

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