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Fevereiro arranca com ganhos para Wall Street após dados da atividade fabril

Os três índices norte-americanos terminaram a sessão com valorizações, com o sentimento otimista a sobressair após os dados da atividade fabril da maior economia do mundo.

Wall Street, NYSE, bolsas
Wall Street, NYSE, bolsas Seth Wenig / AP
21:14

Fevereiro arranca com nota verde para as bolsas nova-iorquinas, que terminaram a sessão com ganhos robustos. O sentimento inverteu-se depois dos dados sólidos da indústria dos EUA, que reforçaram o otimismo em relação à "corporate America". Em janeiro, a atividade fabril teve a maior subida desde 2022, após quase um ano de contração e três anos de estagnação.

Com o sucesso da revitalização do setor, os analistas consultados pela Bloomberg acreditam que os dados possam levar a que a Reserva Federal deixe as taxas de juro inalteradas por mais tempo (até julho). "Este desenvolvimento é fundamentalmente positivo para os lucros empresariais, beneficiando tanto as ações americanas como as ações mundiais com exposição ao crescimento dos EUA”, disse Florian Ielpo, Lombard Odier Asset Management. “No curto prazo, isso reforça a narrativa ideal de crescimento sólido com inflação controlada", acrescentou. 

Além disso, as perdas significativas no ouro e na prata que vinham a ser registadas desde a semana passada acalmaram, o que ajudou a aliviar o sentimento negativo em relação às mineiras. 

Neste contexto, o S&P 500 subiu 0,54% para 6.976,44 pontos, perto do recorde de fecho de 6.978,65 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite ganhou 0,56% para 23.592,11 pontos e o industrial Dow Jones saltou 1,05% para 49.407,66 pontos.

O mercado reage ainda ao anúncio do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA, que afirmou que não vai divulgar o relatório de criação de emprego de janeiro na sexta-feira, como estava previsto, devido à paralisação parcial do Governo americano.

Entre os principais movimentos de mercado, a Walt Disney cedeu 7,4%, após ter apresentado resultados trimestrais, que não impressionaram o mercado. (2.027 milhões de euros) no primeiro trimestre fiscal (outubro a dezembro de 2025). 

Já a Oracle tombou 2,75% depois de anunciar que colocou à venda 25 mil milhões de dólares em dívida para ajudar a financiar a infraestrutura que alimenta os projetos de inteligência artificial.

Já a Palantir Technologies conseguiu registar ganhos de 0,81% no dia em que apresenta as contas do último trimestre ao mercado, após o fecho de Wall Street. Esta semana será ainda marcada pela apresentação de contas da Alphabet, na quarta-feira, e da Amazon, no dia seguinte. Na primeira sessão deste mês, a primeira saltou 1,88% e a segunda 1,53%.

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