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EDP Renováveis atribui estreia negativa ao “mau dia de mercado”

Rui Teixeira, administrador financeiro da EDP Renováveis, atribui a estreia negativa na empresa em bolsa ao “mau dia de mercado”. E recusa a hipótese de o desfecho do primeiro dia estar relacionado com o preço a que foram vendidas as acções.

André Veríssimo averissimo@negocios.pt 04 de Junho de 2008 às 19:58
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Rui Teixeira, administrador financeiro da EDP Renováveis, atribui a estreia negativa na empresa em bolsa ao “mau dia de mercado”. E recusa a hipótese de o desfecho do primeiro dia estar relacionado com o preço a que foram vendidas as acções.

As acções da EDP Renováveis não resistiram ao sentimento negativo que dominou os mercados europeus, encerrando a cair 4,37% para os 7,65 euros. Rui Teixeira, CFO da EDP Renováveis justifica a queda com “o mau dia de mercado”, lembrando que o mesmo aconteceu a outras empresas do sector, como a Iberdrola Renovables, a EDF e a Acciona.

Em declarações ao Jornal de Negócios, o administrador financeiro da EDP Renováveis recusa também a ideia de que o mau desempenho possa estar relacionado com o preço de venda das acções, de 8 euros. “Continuamos a achar que o preço era justo, já que com ele a procura institucional foi seis vezes a oferta”, afirma.

“Além disso, os fundamentais do negócio não se alteraram. Continua a existir uma procura por energias verdes e o apoio dos governos”, conclui.

Rui Teixeira salientou também que “um dia não traduz o valor de uma empresa”.

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