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Taxa de execução do QREN em 2013 deve ficar em 75%

As empresas foram as que menos beneficiaram dos recursos do QREN. Todos os programas operacionais ultrapassaram as metas de execução impostas pela Comissão Europeia, pelo que não terão de ser devolvidas verbas, avalia o Observatório do QREN.

Negócios com Lusa 17 de Fevereiro de 2014 às 16:07
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A taxa de execução do QREN atingiu os 72,6% a 31 de Dezembro, mas deve aproximar-se dos 75% depois de fechadas as contas de 2013 relativas ao Fundo Social Europeu (FSE), segundo dados do Observatório do QREN.

 

Esta taxa de execução, que representa a diferença entre a despesa efectivamente realizada e a despesa programada, corresponde a um total de pagamentos de 15,7 mil milhões de euros aos beneficiários do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional).

 

Cerca de metade (48%) da despesa validada foi absorvida pela agenda do Potencial Humano, destacando-se as infra-estruturas da rede escolar e os programas de qualificação inicial e aprendizagem ao longo da vida.

 

A Valorização do Território representou 28% da despesa, mobilizada para acessibilidades e mobilidade, protecção e valorização do ambiente e política de cidades.

 

As empresas foram as que menos beneficiaram dos recursos do QREN, com a agenda Factores de Competitividade a congregar 26% do total da despesa, gasta sobretudo em projectos de inovação e renovação do modelo empresarial.

 

A região Norte mobilizou 41% dos fundos, o Centro 27% e o Alentejo 13%. Os programas operacionais ultrapassaram as metas de execução impostas pela Comissão Europeia, pelo que não terão de ser devolvidas verbas, acrescenta o Observatório.

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