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Cushman & Wakefield: Recuperação económica com "impacto positivo" no mercado imobiliário

Os dados da Cushman & Wakefield mostram que "ao longo do primeiro trimestre de 2014 os sinais de recuperação das condições económicas nacionais tiveram um impacto positivo na actividade do mercado imobiliário nacional".

Bruno Simão/Negócios
Ana Laranjeiro alaranjeiro@negocios.pt 13 de Maio de 2014 às 13:39
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Nos primeiros três meses de 2014, os sinais de recuperação económica começaram a fazer-se sentir no sector do imobiliário, de acordo com a Cushman & Wakefield. "Ao longo do primeiro trimestre de 2014, os sinais de recuperação das condições económicas nacionais tiveram um impacto positivo na actividade do mercado imobiliário nacional", sublinha a empresa num comunicado divulgado esta terça-feira, 13 de Maio.

 

A Cushman & Wakefield considera que se tem verificado um aumento da confiança no mercado [imobiliário], um sentimento que está a ser acompanhado por um crescimento da procura no segmento de escritórios. Por outro lado, a empresa aponta que, no segmento do retalho iniciou-se um novo ciclo "com menor enfoque na redução de custos e um investimento crescente em novos conceitos".

 

O retalho de rua é o segmento "mais dinâmico" em especial em cidades como Lisboa e Porto, em que "o elevado nível de procura se tem vindo a alastrar das localizações 'prime' a zonas adjacentes". O comunicado da Cushman & Wakefield indica ainda que os investidores têm revelado um maior interesse por este sector, algo que fez com que se registasse uma "contracção das 'yields' prime em 50 pontos base no comércio de rua e 25 pontos base em centros comerciais e retail parks".

 

"A recuperação gradual da procura deverá manter-se ao longo de 2014, embora ainda sobretudo direccionada aos produtos 'prime', criando as bases para uma maior estabilidade e consistência no sector de retalho", antecipa a empresa.

 

Escritórios mais procurados 

 

A Cushman & Wakefield destaca que, nos primeiros três meses do ano, verificou-se uma maior procura por escritórios, uma tendência que "deve manter-se ao longo do ano". "O volume de absorção no primeiro trimestre do ano atingiu um total de 17.300 metros quadrados, um valor que, apesar de ser ainda baixo, foi substancialmente superior ao mesmo período de 2013. As zonas com maior procura foram, mais uma vez, o Parque das Nações (zona 5) e o Corredor Oeste (zona 6)", esclarece, em comunicado, a empresa.

 

Neste sentido, as perspectivas da empresa para o resto do ano são de que o segmento dos escritórios beneficie da melhoria económica do País, pondendo registar-se um crescimento moderado deste segmento. 

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