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Jornal francês destaca Portugal como local para investir

O jornal Les Echos coloca Portugal como um ponto de interesse nos negócios imobiliários. As vantagens fiscais são o principal atractivo.

Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 13 de Maio de 2016 às 15:16
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A fiscalidade no país. O jornal francês Les Echos é conciso a definir porque Portugal é um dos quatro pontos seguros para quem quer investir no ramo imobiliário.

O potencial de mais-valia nos Estados Unidos da América, a rentabilidade na Alemanha e a segurança no Luxemburgo completam a lista.


A publicação recorda que Portugal tem-se afirmado como um dos destinos favoritos dos gauleses, o que também se tem reflectido nos números do turismo.


Os dados da Câmara do Comércio e Indústria Franco-portuguesa mostram que 25 mil franceses se instalaram em Portugal desde 2013.


A ditar o interesse no imobiliário nacional está o regime de residente não habitual, uma "medida muito atractiva". Na prática, os beneficiários estão isentos de impostos por dez anos desde que passem, no mínimo, 183 dias no país e não tenha tido residência fiscal em Portugal nos cinco anos anteriores.


Os reformados são a maioria mas há também empreendedores à procura dos imóveis nacionais. Clima, preços baixos em comparação com França e boa qualidade dos bens justificam o investimento.


O Les Echos alerta para preços mais altos na Baixa e Chiado, em Lisboa. Aí, o metro quadrado pode variar entre os 4.500 e os 10 mil euros em edifícios novos ou renovados. A procura é "acentuada" em Lisboa, Porto e Algarve, com rentabilidades que podem variar entre os 3 e os 6%.


Mas o jornal deixa também avisos para as negociações. "Ao adquirir um edifício ocupado, certifique-se de que o tipo de contrato de arrendamento é recente". Caso contrário, as rendas podem ser muito baixas, "limitando severamente" a rentabilidade.


Outro dos conselhos é que a compra seja de edifícios novos ou reabilitados, para evitar problemas com a estrutura das propriedades antigas ou com coproprietários "inexistentes". Consultar especialistas portugueses é a última dica deixada.

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