O Negócios pergunta. De que forma avalia a resposta do Governo à tempestade Kristin?
O Negócios desafia os seus leitores a responderem a uma pergunta no canal do WhatsApp sobre a reação e medidas tomadas pelo Executivo de Luís Montenegro após a tempestade Kristin, que provocou pelo menos 10 mortos e inúmeros danos materiais.
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O Negócios quer saber a opinião dos seus leitores sobre os assuntos mais relevantes da atualidade. Para isso, coloca regularmente questões aos subscritores do canal de WhatsApp.
A tempestade Kristin atingiu Portugal, na madrugada da quarta-feira passada, e devastou a zona centro do país, em particular Leiria. O estado de calamidade foi prolongado até 8 de fevereiro, devido à "persistência de necessidades de assistência às populações" e à "previsão de condições meteorológicas muito adversas, incluindo o risco extremo de cheias". Em Conselho de Ministros extraordinário, no domingo, foi também aprovado um conjunto de medidas que inclui um pacote de apoios que poderá atingir os 2,5 mil milhões de euros para responder aos estragos e que abrange famílias, empresas e entidades públicas.
Até ao momento morreram 10 pessoas, vítimas de circunstâncias distintas, incluindo a queda de árvores, colapsos de estruturas, acidentes durante reparações de telhados e intoxicação devido à utilização de geradores no interior de habitações.
A resposta do Estado à tempestade Kristin levou o PS, no Parlamento, a acusar o Governo de silêncio, falta de planeamento e falhas na Proteção Civil e a criticar o atraso na declaração de estado de calamidade. IL e Chega também apontaram falhas, nomeadamente no SIRESP. Críticas que levaram o Governo a rejeitar qualquer falha sistémica e a garantir que a ajuda e os apoios vão chegar a todos.
De que forma avalia a resposta do Governo à tempestade Kristin?
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