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Arranca a nova fase dos “vouchers” de 750 mil euros da Linha “Deep Tech”

Primeira fase foi concorrida, mas sobraram apoios. O Banco Português de Fomento abriu um novo período de candidaturas para ajudar startups “Deep Tech” com forte base científica e tecnológica.

chips, microprocessadores
chips, microprocessadores Sefa Ozel
05 de Janeiro de 2026 às 14:02

O Banco Português de Fomento (BPF) e a Estrutura de Missão Recuperar Portugal (EMRP) avançaram com uma nova fase do Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC) destinado a apoiar startups Deep Tech. Apesar da procura registada na primeira fase, sobraram apoios. Cada um dos vales ascende a 750 mil euros.

A segunda fase “destina-se a projetos que não tenham sido submetidos ou aprovados na primeira fase”, explica o BPF, em comunicado, acrescentando que neste novo período de candidaturas – decorre até 4 de fevereiro – mantêm-se “como objetivos principais apoiar a validação tecnológica, a escalabilidade e a entrada no mercado de soluções inovadoras”.

Esta Linha IFIC Deep Tech, gerida pelo BPF, em articulação com a Startup Portugal e a Agência Nacional de Inovação (ANI) e destina-se a investimento em capital, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A dotação inicial era de 15 milhões de euros, sendo cada “voucher” de 750 mil euros.

“O apoio é concedido através de instrumentos de capital ou quase-capital, em coinvestimento com investidores privados, em condições de mercado (pari passu), podendo atingir um montante máximo de 750 mil euros por projeto”, nota a instituição liderada por Gonçalo Regalado.

“Para serem elegíveis, os projetos devem apresentar, entre outros requisitos, um nível de maturidade tecnológica” elevada: é “exigido que a solução já tenha a prova de conceito validada em ambiente de laboratório”, explica o BPF. Além disso, tem de haver “ligação efetiva ao Sistema Científico e Tecnológico Nacional e potencial e crescimento e escalabilidade”.

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