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Morte de Steve Jobs interrompeu fusão entre Disney e Apple

O ex-CEO da Disney,Bob Iger, confessou que a paixão de Steve Jobs pela animação teria levado à união das duas empresas, algo que acabou por não acontecer depois da morte do empreendedor.

Fábio Carvalho da Silva fabiosilva@negocios.pt 24 de Dezembro de 2021 às 11:00
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Bob Iger, CEO da Disney até ao ano passado, confessou esta semana em entrevista à CNBC, que chegou a estar convencido que "Steve Jobs seria o novo líder da empresa, depois de uma fusão entre as duas companhias".

Segundo Iger, a motivação de Jobs foi unir a tecnologia e a criatividade de ambos os gigantes, algo do qual ambos teriam se beneficiado.

A intimidade entre a Apple e a Disney foi motivada pelo interesse do fundador da gigante tecnológica norte-americana pela indústria da animação. Recorde-se que para além da Apple, Steve Jobs fundou a Pixar desde seu primeiro filme, "Toy Story", é uma referência na animação, pela utilização de tecnologias de vanguarda.

Quando a Pixar foi adquirida pela Disney em 2006, Jobs tornou-se o maior acionista da empresa, passando a deter 7% das ações, além de ter ganho uma cadeira no conselho de administração.

A partir deste momento, o rumor entre uma fusão entre a Disney e a Apple ganhou cada vez mais força. Com a morte de Steve Jobs em 2011, esta ideia desvaneceu-se por entre o nevoeiro das novas conquistas tecnológicas da marca.

Segundo o que a CNBC apurou, tanto os herdeiros de Steve Jobs, como o novo CEO da Apple, Tim Cook, não deram continuidade a este plano, mantendo apenas algumas parceiras, mas mantendo a distância em alguns setores, como o streaming, em que reina a rivalidade entre Apple TV + e Disney+.
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