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Meta vai mesmo desfazer-se da fábrica de GIF

A dona do Facebook ficou "desapontada com a decisão", mas comprometeu-se a aceitar "a decisão como um ponto final no assunto". O banco de imagens animadas custou à rede social 400 milhões de dólares.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberk, afirma que a rede não mudará a    sua política.
Stephen Lam/Reuters
Fábio Carvalho da Silva fabiosilva@negocios.pt 18 de Outubro de 2022 às 20:42
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O regulador britânico para a concorrência (na sigla inglesa CMA) ordenou à Meta que venda a empresa e banco de imagens animadas (GIF), Giphy. "[A Meta] deve vender a totalidade da empresa a um comprador adequado", pode ler-se no documento publicado pela CMA.

 

A dona do Facebook ficou "desapontada com a decisão", segundo uma nota de imprensa publicada pelo grupo liderado por Mark Zuckerberg, mas comprometeu-se a aceitar "a decisão de hoje como um ponto final no assunto", não dando por isso sinais de que vá decorrer da resolução.

 

"Vamos trabalhar em estreita colaboração com a CMA no desinvestimento do Giphy", assegurou mais tarde fonte oficial da rede social à cadeia norte-americana CNBC, tendo ainda garantindo "que vamos continuar a avaliar oportunidades, inclusive através de aquisições, para levar a inovação a mais pessoas no Reino Unido e em todo o mundo".

 

Em novembro, a CMA ordenou que a Meta se desfizesse da participação da Giphy depois de concluir que colocava em causa a concorrência no mercado. Na altura,a  Meta tentou recorrer da decisão. Em junho um tribunal decidiu que a decisão final cabia ao regulador para a concorrência, que três meses depois de constituir um painel para rever a decisão, acabou por confirmá-la.

 

A compra da Giphy custou 400 milhões de dólares à Meta, um valor avultado mais longe dos cerca de mil milhões de dólares gastos pela dona do Facebook para comprar o Instagram e da despesa de 19 mil milhões para adquirir o Whatsapp.

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