Pires de Lima: Requisição civil “não é contra ninguém. É a favor do interesse nacional”

O ministro da Economia salientou esta sexta-feira que a requisição civil instaurada após a greve decretada de 27 Dezembro a 1 de Janeiro “não é contra ninguém” e é “a favor do interesse nacional”. “A nossa atitude, provavelmente, seria diferente se não estivesse em causa o Natal e aquilo que ele representa para as famílias de todos os portugueses”.
Bruno Simão/Negócios
Ana Laranjeiro 19 de Dezembro de 2014 às 14:37

O ministro da Economia, António Pires de Lima, considera "relevante" que a administração da TAP se reúna com os sindicatos, algo que aconteceu esta sexta-feira, 19 de Dezembro.

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"Esta requisição civil não é contra ninguém. É a favor do interesse nacional, é favor do interesse dos portugueses, da comunidade de imigrantes, das pessoas que precisam da TAP para se reunir com as suas famílias nesta altura do ano. É também a favor do turismo que precisa desta semana que precisa desta semana para acabar bem o ano", afirmou esta manhã o governante, à margem da Cerimónia de Lançamento dos Programas Operacionais do Portugal 2020, em Lisboa.

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Pires de Lima apontou ainda que sabe que a decisão de requisição civil vai ser cumprida, no entanto, salientou que "gostaria que os sindicatos aproveitassem" a oportunidade que o Executivo deu aos sindicatos de "poderem influenciar o caderno de encargos da TAP, que irá ser apresentado em Conselho de Ministros ao longo de Janeiro". 

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Ainda assim, Pires de Lima apontou que "a nossa [Governo] atitude [requisição civil], provavelmente, seria diferente se não estivesse em causa o Natal e aquilo que ele representa para as famílias de todos os portugueses".

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Esta quinta-feira, 18 de Dezembro, o Governo decidiu, em Conselho de Ministros, avançar com a requisição civil na transportadora para travar os quatro dias de greve na TAP, agendados para o final do ano.

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