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Dona da Iberia e da British Airways lucra mais 31%

Apesar dos efeitos do Brexit - nomeadamente a nível cambial -, o grupo IAG terminou o ano com lucros acima do previsto pelos analistas.

10º British Airways
Paulo Zacarias Gomes paulozgomes@negocios.pt 24 de Fevereiro de 2017 às 09:38
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Os resultados líquidos antes de impostos do grupo IAG, que detém a British Airways e a espanhola Iberia, aumentaram 31% no ano passado, para os 2.362 milhões de euros (excluindo extraordinários), num exercício marcado pela decisão de saída do Reino Unido da União Europeia - processo conhecido como Brexit.


Os contributos mais importantes para os números revelados esta sexta-feira, 24 de Fevereiro, chegaram das operações da British Airways, da Iberia e da Aer Lingus, enquanto a low cost espanhola Vueling viu os lucros caírem.


As contas de 2016 – ano marcado por instabilidade política mundial e riscos de terrorismo - dão um lucro de 88,5 cêntimos por acção, ficando acima das previsões dos analistas citados pelo Financial Times, que esperavam um resultado de 83,1 cêntimos por título.


Ainda assim, o impacto do Brexit e a consequente depreciação da libra custaram efeitos cambiais negativos de 460 milhões de euros às contas. As receitas caíram 1,3% para 22.567 milhões de euros, enquanto as despesas recuaram 2,4% para 20.032 milhões de euros.

Após impostos e sem efeitos extraordinários, o lucro ficou em 1.952 milhões de euros, uma subida de 29,3% em relação a 2015.


A empresa - que vai propor um aumento de 17,5% no valor dos dividendos a pagar e colocou de lado 500 milhões de euros para o programa de compra de acções - espera uma melhoria do seu desempenho ao longo deste ano.

As acções do grupo IAG ganham 2,03% em Londres, para 5,14 libras.

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