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Brisa: Trabalhos na A1 envolvem mais de 70 pessoas e vão durar “algumas semanas”

Depois do colapso de parte da auto-estrada devido ao rebentamento de um dique junto ao rio Mondego, a concessionária quer “garantir a estabilização do aterro” junto do viaduto para “suster a erosão e impedir novos danos nas duas faixas de rodagem”.

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Trabalhos de reconstrução na A1 junto a Coimbra
18:54

A Brisa fez um balanço das obras que estão a decorrer na A1, depois de parte da auto-estrada junto ao viaduto que atravessa o rio Mondego ter colapsado devido ao rebentamento de um dique. A concessionária assinala em comunicado que os trabalhos estão a "decorrer de forma contínua envolvendo mais de 70 pessoas”, e que, “previsivelmente, durarão algumas semanas”.

A Brisa refere que, nos últimos dois dias, “foram depositados mais de oito mil e novecentas toneladas de material pétreo na infraestrutura (enrocamento) no sentido Norte-Sul, de forma a estabilizar os solos sob a laje de transição”

O objetivo dos trabalhos nesta fase, diz a empresa, é “garantir a estabilização do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, na A1, tendo em vista suster a erosão e impedir novos danos nas duas faixas de rodagem”.

Os meios mobiliados envolvem “33 camiões de transporte de material rochoso, um camião grua, um veículo porta máquinas, duas escavadoras giratórias, um bulldozer e duas minicarregadoras”.

A empresa acrescenta ainda que os trabalhos estão a ser acompanhados por equipas técnicas do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e do Ministério das Infraestruturas e Habitação  (MIH), “em estreita articulação” com o Instituto da Mobilidade e dos Transportes, Guarda Nacional Republicana, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e Agência Portuguesa do Ambiente.


As vias alternativas para os utilizadores da A1 mantém-se o corredor A8/A17/A25 ou o IC2.

A empresa recorda qie a rutura na infraestrutura foi motivada pelo “rebentamento do dique do Mondego e subsequente escavação dos solos do aterro, devido ao débito excecional de água no Rio Mondego, na região de Coimbra”.

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