IP introduz equilíbrio de risco inédito no concurso Oiã-Soure
A IP fez ajustes nas regras do concurso para o segundo troço da alta velocidade para mitigar riscos de subida das taxas de juro e da inflação, permitindo desta forma aos três potenciais concorrentes – os consórcios da Mota-Engil, da FCC e da Sacyr – encaixar mais facilmente no preço.
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No segundo concurso para o troço da linha de alta velocidade Lisboa-Porto entre Oiã e Soure, que está neste momento a decorrer, a Infraestruturas de Portugal (IP) introduziu mecanismos que permitem equilibrar o risco em contextos de volatilidade das taxas de juro e de inflação dos preços da construção. No primeiro caso, sabe o Negócios, a possibilidade de compensar uma eventual subida das taxas de juro entre a data da entrega das propostas e a da assinatura do contrato é agora, pela primeira vez, incorporada num contrato de parceria público-privada (PPP) em Portugal.