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Medina quer AML com autoridade sobre todos os operadores de transportes

A Transportes Metropolitanos de Lisboa seria criada até ao fim deste ano. Medina quer reforçar quota dos transportes públicos de 25% para 35%.

Miguel Baltazar/Negócios
Maria João Babo mbabo@negocios.pt 18 de Março de 2019 às 11:56
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O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, assumiu esta segunda feira, 18 de março, na cerimónia de assinatura dos contratos para os novos tarifários na área metropolitana de Lisboa, a prioridade de, até ao final de 2019, criar a TML - Transportes Metropolitanos de Lisboa. Uma entidade que, explicou, terá "funções de gestão de bilhética, de autoridade de gestão, de concedente ou acionista".

 

Para Fernando Medina, que é também presidente da Área Metropolitana de Lisboa, o objetivo é "assegurar a passagem para a AML das funções de autoridade de gestão sobre todos os meios de transporte coletivo suburbano".

 

A integração na AML da autoridade sobre todos os operadores foi umas das três estratégias apontadas por Medina para o reforço da mobilidade.

 

O autarca assumiu o objetivo de, na próxima década, aumentar a quota da mobilidade de 25% para 35%, o que equivale a um aumento de 40%, ou seja mais 200 mil pessoas e mais 400 mil viagens diárias em transporte público.

 

A simplificação dos tarifários e o reforço e qualificação da oferta foram outras das estratégias referidas por Medina.

 

Neste âmbito, o presidente da Câmara de Lisboa anunciou ainda que a Carris Metropolitana vai avançar com mais 20% da oferta e estará a operar no próximo ano.

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