Lisboa fecha em alta após Lagarde tranquilizar mercados. Ibersol estreia-se no vermelho

A bolsa portuguesa acompanhou as congéneres europeias no primeiro dia de negociação após o resgate do Credit Suisse. As praças europeias, incluindo a portuguesa, avançaram após o BCE indicar que os acionistas da banca serão os primeiros a assumir perdas e não os obrigacionistas.
Bolsa, Euronext Lisbon
Pedro Catarino / Cofina Media
Pedro Curvelo 20 de Março de 2023 às 16:49

Num dia em que os mercados estiveram a digerir o resgate do Credit Suisse fechado no domingo, a bolsa portuguesa encerrou no verde, acompanhando as restantes praças europeias. Depois de uma abertura no vermelho, com os investidores ansiosos quanto aos efeitos da compra do Credit Suisse pelo UBS, o Banco Central Europeu (BCE) veio assegurar que os acionistas da banca serão os primeiros a suportar as perdas e não os obrigacionistas.

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O PSI avançou 0,79%, para os 5.769,33 pontos, com 12 das cotadas em alta e quatro em queda.

O BCP acabou mesmo por liderar os ganhos ao subir 2,61%, para os 0,1886 euros, acompanhando a recuperação do setor da banca na Europa após o esclarecimento do BCE.

Seguiu-se a Mota-Engil, com uma subida de 2,3%, para os 1,51 euros, e a Navigator, que avançou 1,95%, até aos 3,238 euros.

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Entre os pesos pesados, além do banco liderado por Miguel Maya, a Jerónimo Martins ganhou 0,88%, para 20,66 euros, a dois dias de mostrar as contas anuais, enquanto a EDP Renováveis subiu 0,7%, para 20,08 euros, a Galp valorizou 0,38%, para 9,928 euros, e a EDP fechou nos 4,764 euros, a ganhar 0,32%.

A travar o desempenho do índice esteve a Sonae, que caiu 1,25%, para os 0,95 euros. Ainda no vermelho fecharam a Ibersol, que hoje regressou ao principal índice com uma queda de 1,19%, para 6,62 euros, a Corticeira Amorim, que cedeu 0,52%, para 9,63 euros, e a Semapa, que deslizou 0,3%, terminando o dia nos 13,16 euros.

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