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Ainda ninguém nos tirou o ar, nem o tempo, nem a comida, mas estão a tirar-nos a necessidade de pensar criticamente. Há quem diga que o verdadeiro modelo de negócio da OpenAI (e das suas congéneres) passa por primeiro emburrecer a humanidade e depois vender assinaturas de inteligência.

Pagar para não pensar

A OpenAI fechou o acesso público ao Sora de forma abrupta, como quem fecha uma torneira, e pelo caminho deixou criadores, agências e startups a olhar para os seus próprios planos de negócio com um misto de incredulidade e embaraço.

A casa do vizinho é melhor que a tua

Vivemos numa cultura obcecada com aceleração constante, onde o valor está frequentemente associado ao sofrimento; a trabalhar mais, mais depressa, com menos pausas, como se a exaustão fosse uma medalha. Neste contexto, a idade torna-se um problema logístico. Não encaixa na narrativa da velocidade.

Por onde anda Jack Nicholson?

Epstein não pensa: encena pensamento. Enumera teorias alheias como quem declama os títulos das lombadas de livros de uma estante alugada. É o tipo de homem que confunde curiosidade com profundidade e arrogância com inteligência. E fá-lo com prazer.

Entrevista com o Diabo

O “cidadão de bem” não precisa de parecer extremista para operar numa lógica extremista. Basta-lhe a convicção íntima de que está do lado certo (e de que os outros merecem ser corrigidos, controlados ou punidos).

Cuidado com o cidadão de bem

A grande força de “Sinners” está no facto de não ter medo de ser um filme com um olhar negro. Isso sente-se no humor, que não pede tradução, no ritmo, que obedece mais ao corpo do que à estrutura clássica, e na relação com a música, mais física, quase visceral.

Vender a alma, sugar o sangue

Vivemos uma nova era, a do tecnofeudalismo: um sistema em que o espaço público não pertence aos cidadãos, mas a plataformas privadas que funcionam como senhorios digitais.

Bem-vindos ao tecnofeudalismo

Ambos os filmes falam da mesma mentira moderna: a de que somos aquilo que fazemos. Que valemos na exata medida da nossa utilidade. Que descansar é suspeito, errar é fraqueza e parar é quase um crime moral.

Uma ode aos desocupados

Numa sociedade onde todos concordam, todos sorriem, todos racionalizam o que sentem, alguém que pensa por conta própria é, no mínimo, desagradável. Em “Pluribus”, a protagonista é essa voz desalinhada.

Toda unanimidade é burra

As repetidas referências a “Tubarão”, filme de Spielberg, então recém-lançado, não são brincadeiras de cinéfilo, são comentários políticos. O tubarão invisível, a música que antecede o ataque, o medo que se instala antes de qualquer violência… tudo isto está lá na forma de um monstro histórico: a ditadura como presença constante, enorme, silenciosa e faminta.

Vivendo com tubarões

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