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Ao minutoAtualizado há 6 min10h26

Nova subida em flecha nos preços do gás natural e petróleo. Ouro cai 2%

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta quinta-feira.

Nova subida em flecha nos preços do gás natural e petróleo. Bolsas asiáticas com quedas fortes
Nova subida em flecha nos preços do gás natural e petróleo. Bolsas asiáticas com quedas fortes Eli Hartman / Associated Press
10:26
há 6 min.10h26

Ouro desvaloriza e caminha para mais longa série de perdas desde final de 2023. Prata perde 5%

Ouro

O ouro está a negociar com desvalorizações nesta quinta-feira, marcando a sétima sessão consecutiva de perdas, à medida que a escalada da guerra no Médio Oriente e reduz as perspetivas de uma descida das taxas de juro nos EUA a curto prazo. Também um dólar mais forte está a pesar sobre a negociação do “metal amarelo”.

A esta hora, o ouro cede 2,47%, para os 4.699,520 dólares por onça e está perto de registar a mais longa série de perdas desde outubro de 2023.

No que toca à prata, o metal precioso cai 5,05%, para os 71,565 dólares por onça.

Quase três semanas após o início da guerra, a subida vertiginosa dos preços do petróleo bruto e do gás está a aumentar os riscos de uma escalada da inflação, o que torna menos prováveis os cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal (Fed) norte-americana e de outros bancos centrais. Isto constitui um obstáculo para o ouro, que não rende juros.

na sua reunião de ontem e previu apenas um corte este ano, com o governador Jerome Powell a afirmar que uma redução exigiria que a inflação abrandasse. O conflito torna a evolução da economia dos EUA “incerta”, afirmaram responsáveis da Fed num comunicado.

O desempenho do ouro na sequência do início da guerra no Médio Oriente está a espelhar o que já aconteceu ao longo do verão de 2022, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia causou um choque nos preços da energia que se propagou pelos mercados globais.

“[O ouro] já não é um porto seguro, é um ativo especulativo”, defende, à Bloomberg, Patrick Armstrong, da Plurimi Wealth LLP. O metal amarelo não pode ser visto como uma proteção contra a incerteza devido à magnitude da sua recuperação e à elevada volatilidade implícita, afirmou.

Apesar das quedas recentes, o ouro ainda regista uma subida de cerca de 9% desde o arranque do ano.

08h43

Gás natural dispara 35% com ataques no Médio Oriente. Petróleo sobe e chega aos 114 dólares

Petróleo valoriza face a tensões geopolíticas e impacto nos mercados

Os preços do petróleo e do gás estão a negociar com significativos aumentos na manhã desta quinta-feira, 19 de março, à medida que se intensificam os ataques a infraestruturas energéticas no Médio Oriente com a escalada da guerra entre os Estados Unidos (EUA) e Israel contra o Irão.

Leia a notícia completa .  

07h53

Escalada do petróleo atira Ásia para o vermelho. BoJ manteve juros inalterados

Os principais índices asiáticos encerraram a negociação com fortes perdas, à medida que ataques a infraestruturas energéticas no Médio Oriente impulsionaram os preços do petróleo, alimentando a preocupação com uma escalada da inflação, num dia em que o Banco do Japão (BoJ) decidiu manter as taxas de juro inalteradas, . A esta hora, os futuros do Euro Stoxx 50 registam uma queda de 1,8%, enquanto os futuros norte-americanos apontam para uma ligeira descida, após o S&P 500 e o Nasdaq 100 terem ambos caído mais de 1% na quarta-feira.

Pelo Japão, o Nikkei tombou 3,38% e o Topix perdeu 2,91%. Já o sul-coreano Kospi recuou 2,73%. Na China, o Hang Seng de Hong Kong caiu 1,97% e o Shanghai Composite desvalorizou 1,39%. Por Taiwan, o TWSE cedeu 1,92%.

O índice de referência para a região, o MSCI Ásia-Pacífico, caiu quase 3%, com os investidores a reduzirem a exposição ao risco, fixando a pior sessão desde 9 de março. Com uma queda superior a 8% neste mês, o desempenho das ações asiáticas tem ficado atrás dos seus congéneres nos EUA e na Europa.

A Ásia está mais vulnerável do que outras regiões à atual interrupção no fornecimento de petróleo, GNL e outros recursos”, escreveram analistas do Morgan Stanley, numa nota citada pela Bloomberg, recomendando aos investidores que vendessem as ações da região após a recuperação do arranque desta semana.

Pelo Japão, os investidores estão agora em alerta para uma potencial quebra da barreira dos 160 ienes por dólar. na sequência de uma decisão da Reserva Federal na quarta-feira, com ambos a sinalizarem que o conflito no Médio Oriente está a toldar as perspetivas de política monetária. As decisões sobre as taxas do Banco Central Europeu e do Banco de Inglaterra estão previstas para o do dia de hoje.

“Mais uma vez, são os desenvolvimentos no setor energético que estão a impulsionar os fluxos entre ativos”, escreveu à agência de notícias financeiras Chris Weston, do Pepperstone Group. “Não há dúvida de que os preços mais elevados do petróleo estão a começar a ter um impacto mais alargado e, com a volatilidade elevada, o risco de notícias negativas continua sempre presente”, acrescentou.

Entre os movimentos do mercado, pela China, a Zijin Mining Group perdeu quase 8%, após uma queda dos preços do ouro, e foi a cotada que mais contribuiu para a queda do índice Shanghai Composite. Já a Shenzhen Sking Intelligent Equipment registou a maior queda em termos de percentagem, tendo tombado mais de 16%. Já pela Coreia do Sul, a gigante Samsung perdeu quase 4%.

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