Salto da Sonae para máximos de sete anos não impede abertura vermelha em Lisboa

A bolsa portuguesa arrancou a penúltima sessão da semana em terreno negativo, em linha com o pessimismo vivido na Europa. O Grupo EDP pressiona o PSI, com o "braço verde" da elétrica a tombar 4,1%.
Salto da Sonae para máximos de sete anos não impede abertura vermelha em Lisboa
Pedro Curvelo 22 de Maio de 2025 às 08:17

A bolsa de Lisboa abriu no vermelho esta quinta-feira, acompanhando o sentimento negativo vivido na Europa. O PSI recua 0,53%, para 7.318,82 pontos, com seis cotadas em alta, oito em queda e os CTT a negociarem inalterados.

A pressionar o índice estão os pesos pesados, com destaque para a família EDP. A EDP Renováveis afunda 4,32%, até aos 8,635 euros, e a casa-mãe recua 2,05%, para os 3,435 euros.

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A pesar no PSI estão também a Galp, que cede 0,72%, para 13,77 euros, penalizada pela queda nos preços do petróleo, bem como o BCP, que perde 0,84%, até aos 0,6372 euros, depois de ontem ter reportado uma subida de 3,9% nos lucros trimestrais. As ações do banco até tocaram um novo máximo desde janeiro de 2016 logo na abertura (0,6496 euros), mas rapidamente inverteram.

Ainda nos pesos pesados, a Jerónimo Martins desliza 0,27%, para os 21,80 euros.

Pela positiva, o destaque da manhã é a Sonae, que ontem revelou um salto de 77% nos lucros do primeiro trimestre, com as ações da dona do Continente a escalarem 6,48%, até os 1,248 euros, um valor que não era visto há mais de sete anos.

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Em alta seguem ainda as produtoras de pasta de papel, com a Navigator a ganhar 0,67%, até aos 3,63 neuros, e a Altri a subir 0,81%, para os 6,2 euros.

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