Trump não trava otimismo: EUA são o destino favorito dos analistas em 2026
O "rally" das tecnológicas deve continuar e alastrar-se a outros segmentos do mercado. Apesar da diversificação geográfica ser chave, os bancos e casas de investimento privilegiam a exposição aos Estados Unidos. O impacto da "one big beautiful bill" explica parte destas perspetivas.
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A frase é atribuída a Lenine: "Há décadas em que nada acontece e há semanas em que décadas acontecem". O início deste ano parece estar a fazer jus a esta máxima. Os Estados Unidos removeram o Presidente da Venezuela, dizem estar a estudar uma intervenção no Irão e pretendem ganhar o controlo da Gronelândia. Como se tal não bastasse, internamente, o Presidente da maior economia mundial apelou a que os bancos limitem as taxas de juro nos cartões de crédito a 10% durante um ano, que os fundos sejam impedidos de comprar casas, que as empresas de defesa não possam distribuir dividendos e que o Governo compre 200 mil milhões de dólares em títulos hipotecários para reduzir as taxas de juro para a compra de casa. A cereja no topo do bolo foi o lançamento de uma investigação criminal à Reserva Federal norte-americana (Fed).
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