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As cinco estreias em bolsa de tecnológicas mais prováveis em 2016

A CB Insights identificou, mediante um algoritmo, as cinco tecnológicas com maior probabilidade de irem para a bolsa no próximo ano. Uma delas já efectuou o pedido de admissão. Saiba quais são as "techs" que irão captar a atenção dos investidores em 2016.

Bloomberg
Vera Ramalhete veraramalhete@negocios.pt 26 de Dezembro de 2015 às 15:00
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Era difícil competir com o ano de 2014, em que a Alibaba protagonizou a maior estreia em bolsa, elevando para 36,35 mil milhões de dólares o valor em ofertas públicas iniciais (IPO, na sigla anglo-saxónica). Apesar de haver mais estreias a nível global, o montante total caiu em 2015, uma tendência reflectida no sector tecnológico.

As tecnológicas norte-americanas, contudo, destacaram-se. Com 26 estreias em bolsa, somaram 8,7 mil milhões de euros, acima dos 7,9 mil milhões do ano de 2014. E a fila de espera para entrar no mercado accionista está completa, dizem os analistas. O Business Insider identifica as cinco "start-ups" tecnológicas com maior probabilidade de ir para a bolsa em 2016, citando dados da CB Insights. Uma delas entretanto já entregou o pedido de admissão ao regulador. Conheça as cinco tecnológicas norte-americanas com maior probabilidade de começar a negociar este ano.

Nutanix quer espaço no Nasdaq

A Nutanix entregou esta terça-feira, 22 de Dezembro, o formulário de admissão em bolsa ao Securities and Exchange Commission (SEC), o regulador norte-americano. A tecnológica, que fornece soluções informáticas de computação, armazenamento e virtualização para grandes bases de dados, pretende obter 200 milhões de dólares com a venda de acções. Um valor a somar aos 317,6 milhões de dólares que já angariou em rondas de financiamento. Para a CB Insights era a quarta tecnológica com maior probabilidade de ir para a bolsa em 2016. O primeiro passo já está dado, colocando-a no topo do "ranking".

MuleSoft deverá conectar-se a Wall Street

A empresa de software MuleSoft tem, segundo o algoritmo da CB Insights, a probabilidade mais elevada de começar a negociar em bolsa durante o ano de 2016. Com um financiamento de 285 milhões de dólares, maioritariamente de investidores de capital de risco, a MuleSoft diz pretender mudar a forma como o mundo está conectado, tornando as ligações mais rápidas e fáceis.

Okta prepara acesso à bolsa

A Okta, que já tem um financiamento de 229,3 milhões de dólares, é outra das fortes candidatas a concretizar o IPO em 2016. A tecnológica focada na segurança informática e na gestão de sistemas de identificação e acesso obteve uma pontuação de 910 pontos em mil no algoritmo da CB Insights, o que a coloca empatada com a Mule Soft. A última ronda de financiamento elevou a avaliação da tecnológica para 1,2 mil milhões de dólares.

Zuora subscreve economia accionista

A Zuora, que se intitula criadora da "economia da subscrição", é identificada pela consultora como a terceira candidata com maior potencial para começar a negociar no próximo ano. Lançada em 2007, a tecnológica é focada no fornecimento de software de gestão de subscrição de produtos e serviços para outras empresas. Já tem um financiamento de 242,5 milhões de dólares.

Actifio activa à procura de financiamento

Em 2014, Ash Ashutosh, presidente executivo da Actifio, disse à revista Fortune que o ano seguinte seria ainda demasiado cedo para ir para a bolsa, procurando primeiro aproveitar as rondas de financiamento. 2016 era mais provável. A CB Insights concorda, atribuindo uma pontuação de 760 pontos. Entretanto, a tecnológica já obteve 207,5 milhões de dólares. 

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