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BCP e Brisa pressionam Euronext Lisbon para queda de 0,23%

A Euronext Lisbon acompanhava a inversão de tendência das praças financeiras na Europa, com o PSI20 a regredir 0,23%, pressionado pela queda da Brisa e do BCP, que via os direitos cederem mais 70%.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 12 de Dezembro de 2002 às 10:33
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A Euronext Lisbon acompanhava a inversão de tendência das praças financeiras na Europa, com o PSI20 a regredir 0,23%, pressionado pela queda da Brisa e do BCP, que via os direitos cederem mais 70%.

O PSI20 [PSI20] marcava 5.897,23 pontos, com 12 acções a desvalorizarem, quatro inalteradas e quatro a subirem.

No sector da banca, o Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] era o único a acumular valor, subindo 0,5% para 11,95 euros. O BPI [BPIN] caía 0,46% para 2,18 euros e o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] decrescia 1,6% para 2,46 euros.

Os direitos relativos à emissão de valores convertíveis do banco [BCPS], continuavam a perder valor, regredindo mais 70% para 0,03 euros.

A Brisa [BRISA] decrescia 0,59% nos 5,07 euros. Segundo o BPI, o impacto do pagamento de 288,4 milhões de euros pela exploração das portagens na CREL é neutro em termos de preço-alvo, que o banco estima ser de 5,90 euros.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] avançava 0,62% para 1,61 euros, e a Portugal Telecom (PT) [PTC] aumentava 0,31% para 6,47 euros. O banco de investimento suíço Banque Cantonale Vaudoise desceu a recomendação para a operadora de «manter» para «vender».

Bolsas europeias invertem subida com revisão do BCE

As praças da Europa invertiam a tendência de subida da abertura, e Dow Jones Stoxx 50 caía 0,64% para 2.508,42 pontos. O Banco Central Europeu (BCE), no boletim mensal de Dezembro, desceu o intervalo de crescimento projectado para este ano e para 2003, reduzindo também as estimativas para a inflação, um factor que ajudava a deprimir as maiores praças financeiras no Continente.

Em Frankfurt, o DAX [DAX] depreciava 0,8% nos 3.170,33 pontos, pressionado pelas quedas da BMW e Daimler-Chrysler que resvalavam 4% e 2,3%, respectivamente. Segundo os dados do Associação Europeia de Automóveis, a venda de veículos em Novembro registou uma quebra de 6,2%.

Na praça de Paris, o CAC 40 [CAC] caía 0,68% nos 3.168,50 pontos. As acções da European Aeronautic Defence (EADS) cediam 3,29% para 10,88 euros. A empresa aeroespacial é dona de 25% da Arianespace, uma empresa de lançamento de satélite, e que falhou no arremesso do Ariane 5.

O FTSE 100 [UKX] londrino decrescia 0,41% para 3.958,50 pontos, e as acções da BAE Systems afundavam 25,4%, dando continuidade à tendência da véspera, altura em perdeu 20%, perante atrasos no renovamento dos contractos de submarinos e aviões de patrulha.

Na praça de Amesterdão, a descida de 0,63% do ABN Amro, o maior banco holandês, e a correcção de 0,91% da seguradora Aegon, arrastavam o AEX que denotava uma desvalorização de 0,73% a marcar 333,28 pontos.

Na praça de Madrid, a eléctrica Endesa era a mais penalizada, experimentando uma descida de 4,1% para 11,24 euros, depois da Merrill Lynch ter baixado a recomendação para o papel de «comprar» para «neutral». O IBEX 35 [IBEX] regredia 0,63% para 6.331,30 pontos.

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