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CTT tombam 6%, Sonae cai 3% e Jerónimo Martins recua 2% na abertura de Lisboa

Apresentação de resultados não convenceu os investidores das três cotadas que apresentaram contas depois do fecho de quarta-feira. Galp valoriza com salto nos preços do petróleo.

Euronext Lisbon, bolsa de Lisboa
Euronext Lisbon, bolsa de Lisboa Mariline Alves / Medialivre
08:27

A bolsa de Lisboa começa a sessão desta quinta-feira em queda, acompanhando às 08:14 horas a tendência das praças de Paris (- 1,05%) e Amesterdão (- 1,29%), num dia que está a ser marcado pelo e pelo . O PSI recua 1,16% para os 9.029,10 euros.

A praça portuguesa está a ser varrida por uma maré vermelha, com as cotadas que apresentaram resultados depois do fecho da sessão de quarta-feira a apresentarem as movimentações mais expressivas.

Os CTT estão a cair 6,59% para os 6,24 euros por título. A empresa que registou um , uma subida de 11,4% face ao ano anterior, e propôs o pagamento de um , mas que não está a convencer por completo os investidores. A empresa apontou que os efeitos do conflito no Médio Oriente e também as consequências do mau tempo que afetou Portugal entre janeiro e fevereiro vão ter um impacto negativo no primeiro trimestre deste ano. Apesar destes contratempos, os CTT mantêm o "guidance" de crescimento para o corrente ano. Já nesta quinta-feira de manhã, os

A segunda maior queda pertence à Sonae que recua 3,28% para os 1,886 euros por ação. A , uma subida de 11% face ao ano anterior, enquanto o volume de negócios atingiu o valor recorde de aproximadamente 11,4 mil milhões de euros. No entanto, segundo os analistas ouvidos pela Bloomberg, eram esperados lucros na ordem dos 286 milhões de euros. A empresa liderada por Cláudia Azevedo vai propor o .

Também a Jerónimo Martins está em queda após a apresentação de resultados. A retalhista cai 2,69% para os 20,96 euros por ação. A empresa fechou o ano passado com, valor que traduz um aumento de 7,9%, e as vendas aumentaram 7,6% em 2025 para 35.991 milhões de euros, . Mas segundo analistas ouvidos pela Bloomberg, as perspetivas cautelosas para 2026 estão a tirar apetite aos investidores pelos títulos da cotada.

No global, há 14 cotadas a negociarem em terreno negativo, com destaque ainda para as quedas acima de 2% da Mota-Engil e da Semapa, bem como para os recuos superiores a 1% da Teixeira Duarte e do BCP.

As duas empresas que no arranque da sessão não estão em terreno negativo são a Ibersol, que mantém-se ainda inalterada, e a Galp que avança 1,08% para os 21,58 euros, à boleia do salto dos preços do petróleo nos mercados internacionais e que .

(Notícia atualizada às 08:47 horas para incluir informação sobre impactos esperados pelos CTT)

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