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Lisboa acompanha Europa e fecha no vermelho. Grupo EDP pressiona

A praça portuguesa seguiu a tendência negativa vivida nas principais bolsas europeias e terminou o dia em terreno negativo.

A partir de março de 2022, o índice de referência nacional muda de nome e passa a chamar-se apenas PSI.
Miguel Baltazar
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 06 de Outubro de 2022 às 16:45
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O PSI recuou 0,68%, para os 5.417,18 pontos, acompanhando o sentimento negativo das restantes praças europeias, que no início da semana viveram uma breve "euforia" com a expectativa de um abrandamento no ritmo de subida das taxas diretoras pela Reserva Federal (Fed) dos EUA.

Das 15 cotadas do índice nacional, quatro fecharam com ganhos e as restantes 11 no vermelho.

A liderar as quedas esteve a família EDP: a casa-mãe caiu 2% e a EDP Renováveis recuou 1,82%. Ainda no setor energético, a REN cedeu 1,02%, a Galp desvalorizou 0,19% e a Greenvolt deslizou 0,12%.

Com quedas acima de 1% fecharam igualmente a Corticeira Amorim e a Mota-Engil, com perda de 1,74% e 1,46%, respetivamente.

No retalho, depois das fortes quedas da véspera, a Sonae e a Jerónimo Martins terminaram o dia com ligeiras subidas. O grupo liderado por Cláudia Azevedo valorizou 0,06%, enquanto a dona do Pingo Doce subiu 0,16%.

Ainda pela positiva, as papeleiras Altri e Navigator avançaram 0,89% e 0,28%, respetivamente.

A pressionar o índice esteve ainda o BCP, com uma queda de 0,6%.
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