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Manhã difícil para as companhias aéreas europeias. Lufthansa e IAG tombaram mais de 10% em bolsa

Ações das empresas de aviação estão agora em recuperação, à medida que os investidores digerem os mais recentes acontecimentos do conflito no Médio Oriente. Incerteza sobre prolongamento do conflito pesa na decisão dos investidores.

Lufthansa
Lufthansa Frank Hoermann/SVEN SIMON/Frank Hoermann/SVEN SIMON/picture-alliance/dpa/AP Images
13:18

Manhã difícil nas praças europeias para as principais companhias aéreas, em . As grandes empresas do setor arrancaram com perdas significativas, estando neste momento em ligeira recuperação, mas registando ainda quedas acentuadas.

A alemã Lufthansa, que decidiu suspender os voos para o Médio Oriente até 8 de março, viu as ações caírem um máximo de 11,31% para os 8,06 euros por título na negociação desta segunda-feira. Neste momento, as ações recuam 5,79% para os 8,562 euros por título.

Também o grupo IAG, dona da British Airways e da Iberia, chegou a tombar 12,74% com as notícias do conflito no Médio Oriente, para os 369,70 cêntimos de libras esterlinas. A esta hora já recuperou, cedendo 5,48% para os 400,40 "pence".

A queda expressiva está relacionada com o sentimento negativo geral dos investidores face ao escalar do conflito no Médio Oriente, após o ataque deste fim de semana dos EUA e de Israel contra o Irão, mas no caso das transportadoras aéreas justifica-se com o impacto imediato que o conflito pode ter, sobretudo com o encerramento do espaço aéreo em algumas zonas da região – o que afeta as ligações não só para o Médio Oriente, como para os países asiáticos.

"A situação mantém-se altamente volátil e é incerto quanto tempo este conflito irá durar, existindo riscos potenciais para o abastecimento de energia, para o transporte marítimo no Estreito de Ormuz, para as viagens aéreas e o turismo", analisou Emmanuel Cau, da área de estratégia do Barclays, citado pela agência de notícias financeiras Bloomberg.

Por seu lado, a Air France-KLM tombou um máximo de 10,12% na sessão de segunda-feira, para os 11,055 euros por título, recuando atualmente 8,13% para os 11,30 euros.

Também a EasyJet não escapou ao sentimento negativo dos investidores para com as companhias aéreas. Depois de ter chegado a tombar 7,26% para os 430,30 cêntimos de libra esterlina, recua atualmente 3,82% para os 446,30 "pence".

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