PSI-20 cai 1% e fecha sessão em mínimo de três meses
A bolsa de Lisboa fechou a sessão no vermelho, em linha com o sentimento vivido na Europa. O PSI-20 caiu 1%, terminando o dia em mínimos de 21 de setembro.
A bolsa de Lisboa não escapou à maré vermelha que se fez sentir nas praças europeias esta segunda-feira, novamente com a variante ómicron e as restrições em vários países europeus a pesar no sentimento dos investidores.
O índice de referência nacional, o PSI-20, fechou a cair 1% para 5.385,6 pontos, em mínimos de 21 de setembro, com 12 cotadas a cair, quatro em alta e três inalteradas. Entre os pesos-pesados destacou-se a queda da Galp, que desvalorizou 2,57% para 8,2 euros, num dia em que o petróleo está também a negociar no vermelho, com o brent a cair 5%.
A sessão também terminou no vermelho para as cotadas do grupo EDP: enquanto a EDP Renováveis depreciou 1,94% para 21,18 euros, a casa-mãe desvalorizou 1,43%, a cotar nos 4,672 euros, fechando o dia em mínimos de 15 de outubro.
O BCP desvalorizou 0,9% para 0,1322 euros por ação, com o banco liderado por Miguel Maya a renovar mínimos de três meses.
No retalho, a Jerónimo Martins depreciou 0,64% para 20,03 euros; enquanto a Sonae figurou do lado dos ganhos, com uma valorização de 0,74%, a cotar nos 0,951 euros.
Na energia, nota ainda para a Greenvolt, que cedeu 0,32% (6,14 euros) e para a Ren, que terminou inalterada, nos 2,515 euros.
Entre as papeleiras, a Altri caiu 1,65% (5,07 euros) e a Navigator depreciou 1,41%, para 3,21 euros.
A Pharol foi a cotada que mais desvalorizou, a cair 3,47% (0,780 euros), seguida pela Corticeira Amorim, que cedeu 3,31% para 10,50 euros. Já após o fecho do mercado, a empresa informou que fez uma emissão de dívida verde no valor de 11,6 milhões de euros.
A Ibersol liderou os ganhos na sessão desta segunda-feira, a valorizar 4,56% para 5,5 euros. A empresa avançou à Pessoas/Eco que vai abrir mais três restaurantes da cadeia KFC em Portugal, elevando para cinco o total de lojas abertas em dezembro, prevendo o total de 90 postos de trabalho nestas localizações. A Mota-Engil registou a segunda maior subida, a valorizar 1,16% para 1,22 euros.
(notícia atualizada às 17h)