PSI fecha no verde com impulso dos pesos pesados da energia
Numa sessão mista a nível europeu, o índice de referência nacional conseguiu ganhos de quase 1%, liderado pelas energéticas EDP Renováveis e Galp.
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A bolsa de Lisboa fechou em alta esta terça-feira, numa sessão mista para as principais praças europeias, com os investidores cautelosos perante a instabilidade no Irão e o início da temporada de resultados, antes de poder ser conhecida a decisão do Supremo Tribunal dos EUA sobre a legalidade das tarifas da Administração Trump.
O índice de referência nacional, o PSI, subiu 0,77% para 8.559,09 pontos, com nove dos seus 16 títulos no verde.
Os ganhos foram impulsionados pelos pesos pesados da energia EDP Renováveis e Galp. A petrolífera ganhou 2,64% para 16,11 euros, liderando a tabela com a aceleração dos preços do crude devido à crise do Irão.
Já a elétrica subiu 2,57% para 12,78 euros, no dia em que foi divulgada uma decisão favorável a um projeto da congénere Orsted nos EUA, onde a empresa portuguesa tem uma forte presença. Ainda no setor, a EDP valorizou 0,91% para 4,099 euros.
Também a impulsionar o índice, esteve o BCP, que subiu 0,86% para 0,8882, depois de a Alantra Equities ter aumentado o preço alvo das ações do banco, mantendo a recomendação em comprar.
No fundo da tabela, ficaram as construtoras. A Mota-Engil recuou 2,65% para 4,994 euros, enquanto a Teixeira Duarte recuou 1,61% para 0,612 euros.
A Jerónimo Martins foi o único peso pesado a fechar no vermelho, antes de apresentar os dados preliminares das vendas em 2025. A retalhista caiu 0,66% para 20,98 euros.
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