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Situação na Ucrânia volta a prejudicar bolsas europeias

Depois de algumas semanas de maior acalmia, o recrudescer da tensão na Ucrânia está a reflectir-se no comportamento das principais praças europeias que estão a cair ligeiramente.

David Santiago dsantiago@negocios.pt 08 de Abril de 2014 às 10:13
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O Stoxx 600, que acolhe as 600 maiores cotadas europeias, está a cair 0,07% para 334,73 pontos, numa tendência acompanhada pelos pela generalidade dos congéneres europeus.

 

A auto-proclamação unilateral de independência, da região de Donekst na Ucrânia, feita por manifestantes pró-russos esta segunda-feira fez regressar o ambiente de receio aos mercados bolsistas europeus.

 

Os Estados Unidos acusam Moscovo de estar a instigar, desde fora, os acontecimentos no leste da Ucrânia numa tentativa de desestabilizar a integridade territorial e unidade nacional ucranianas.

 

A última sessão já foi penalizada por estes eventos, com os principais índices a quebrarem, assim, uma série de nove dias a negociar em terreno positivo, fazendo as bolsas europeias cair de máximos de seis anos.

 

A sessão desta terça-feira continua marcada por estes acontecimentos mas as bolsas europeias seguem a perder, embora de forma menos acentuada. O espanhol IBEX está a cair 0,37% para 10.567,20 pontos acompanhado pelo britânico Footsie que está a descer 0,13% para 6.613,97 pontos.

 

O alemão DAX segue o ritmo a perder 0,08% para 9.503,38 pontos, enquanto o gaulês CAC 40 segue a deslizar 0,05% para 4.434,06 pontos. Na Grécia a bolsa de Atenas protagoniza a excepção ao ganhar 0,07% para 4.421,540 pontos.

 

A marcar o desempenho negativo está a alemã Suedzucker a cair 15,09% para 17,365 euros depois de ter anunciado que os lucros no próximo ano, até Fevereiro de 2015, ficarão aquém das expectativas. A maior produtora de açúcar da Europa registou a maior queda desde 1998.

 

A acompanhar está a Sports Direct International, com a maior queda deste ano, a perder 6,32% para 837 pence após o “Financial Times” ter anunciado que o fundador da companhia, Mike Ashley, iria colocar à venda uma fatia de 4% das acções da empresa.

 

Nota positiva para a Nokia a avançar 3,01% para 5,48 euros por acção depois de as autoridades chinesas terem aprovado a venda do negócio de telemóveis à Microsoft.

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