Bolsa Trump diz que acordo com a China está "muito próximo" e Wall Street volta aos recordes

Trump diz que acordo com a China está "muito próximo" e Wall Street volta aos recordes

Os investidores recuperam o ânimo com o impulso de Trump. O presidente dos Estados Unidos anuncia que o acordo comercial parcial com a China estará para breve.
Trump diz que acordo com a China está "muito próximo" e Wall Street volta aos recordes
Reuters
Ana Batalha Oliveira 12 de dezembro de 2019 às 15:01
A bolsa norte-americana abriu em queda, com os três principais índices a alinharem no terreno negativo, mas rapidamente inverteu: poucos minutos após o início da negociação, Trump deu força aos mercados com um Tweet, no qual garantiu estar "muito perto" de um "grande acordo" com a China.

Depois do entusiasmo contido em relação à opção da Fed, anunciada durante a última sessão, de manter os juros nos níveis atuais, as atenções dos investidores voltam-se, de novo, para o conflito comercial latente entre os Estados Unidos e a China. Donald Trump começou por avisar que, caso ambas as nações não consigam chegar a um acordo parcial até este domingo - o dia marcado para a imposição de uma nova ronda de tarifas - Washington avançaria com esta medida.  Em causa está uma nova taxa alfandegária de 15% sobre uma série de produtos chineses avaliados em 165 mil milhões de dólares

Contudo, esta semana, a agência Dow Jones noticiou que os Estados Unidos estariam dispostos a adiar a nova ronda de tarifas e a prolongar as negociações com Pequim, e, esta quinta-feira, chegou o sinal mais positivo. Trump escreveu na sua conta Twitter: "Estamos muito perto de chegar a um grande acordo com a China. Eles querem-no, e nós também!".


O generalista S&P500 sobe 0,51% para os 3.157,51 pontos, o industrial Dow Jones avança 0,52% para os 28.056,60 pontos e o tecnológico Nasdaq aprecia 0,48% para os 8.695,96 pontos.  Tanto o S&P500 como o Nasdaq estão a atingir novos máximos históricos.

Em alta destacam-se cotadas do setor tecnológico, que é um dos mais afetados pelas divergências entre Washington e Pequim, como é o caso da Intel, que soma 0,89% para os 57,58 dólares, a Google, que avança 0,50% para os 1,351.01 dólares ou a Advanced Micro Devices, que sobe 2% para os 40,26 dólares.



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