Bolsa Trump-Xi. A reunião que está a deixar os investidores nervosos e a quebrar Wall Street

Trump-Xi. A reunião que está a deixar os investidores nervosos e a quebrar Wall Street

As bolsas do outro lado do Atlântico abriram em ligeira baixa, com os investidores a revelarem prudência à espera do encontro programado entre Donald Trump e Xi Jinping em Buenos Aires, à margem do G20.
Trump-Xi. A reunião que está a deixar os investidores nervosos e a quebrar Wall Street
Reuters
Carla Pedro 30 de novembro de 2018 às 14:41

O índice industrial Dow Jones segue a ceder 0,13% para 25.305,99 pontos e o Standard & Poor’s 500 recua 0,11% para 2.734,63 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite desvaloriza 0,08% para 7.266,96 pontos.

 

Os receios em torno das tensões comerciais entre Washington e Pequim têm pressionado a tendência das bolsas dos EUA e hoje todos os olhos estão postos na Argentina, onde começa a reunião de dois dias do G20 e que amanhã tem como um dos pontos fortes o jantar entre Donald Trump e Xi Jinping.

 

No entanto, apesar destes receios, as baixas de hoje são ligeiras, e existe a expectativa de que os presidentes norte-americano e chinês consigam chegar a um entendimento que ponha termo à aplicação mútua de tarifas aduaneiras adicionais.

 

Esta sexta-feira, o representante norte-americano para o Comércio, Robert Lighthizer, disse que ficará surpreendido se o jantar de amanhã entre Trump e Jinping não for "um sucesso".

Mas, a contrabalançar, está o facto de ter sido avançado que Peter Navarro, o conselheiro comercial de Trump, que defende uma linha dura, estará presente na reunião entre os dois presidentes.

A General Electric segue a perder 4,22% para 7,61 dólares, depois de o The Wall Street Journal ter reportado que vários ex-funcionários da fabricante automóvel informaram a reguladora do mercado de capitais dos EUA – a Securities and Exchange Commission (SEC) – que a unidade de seguros da empresa foi incapaz de reconhecer os problemas contabilísticos e a deterioração dos seus resultados ao longo de vários anos.

A cair mais de 4% está também a Marriott International, depois de a companhia hoteleira ter dito que a base de dados das reservas dos clientes da sua unidade Starwood Hotel ter sido violada, expondo potencialmente informações sobre cerca de 500 milhões de hóspedes.

 

Do lado positivo, a HP sobe mais de 1,5%, depois de as suas receitas trimestrais terem superado as estimativas dos analistas.




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