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Wall Street deixa impasse no golfo de lado e fixa novos máximos com impulso de fabricantes de chips

Investidores voltaram a virar apostas para as fabricantes de semicondutores, que foram nesta segunda-feira as grandes responsáveis pelo avanço dos índices. Ganhos foram, ainda assim, reduzidos por um novo impasse nas negociações entre os EUA e o Irão, à medida que os "traders" aguardam por novos dados da inflação e pela visita de Trump à China nesta semana.

Wall Street
Wall Street Richard Drew / AP
21:15

Os principais índices norte-americanos encerraram a primeira sessão da semana com ganhos tímidos mas ainda conseguiram atingir novos máximos históricos. Apesar do , que não conseguiram ainda chegar a um entendimento sobre um acordo de paz para pôr fim à guerra, as fabricantes de chips impulsionaram as bolsas de Nova Iorque.

Neste contexto, o S&P 500 ganhou 0,19%, para os 7.412,84 pontos e chegou a fixar um novo máximo histórico nos 7.428,97 pontos. O Nasdaq Composite, que também atingiu um novo recorde de 26.359,31 pontos, subiu 0,10%, para fechar nos 26.274,13 pontos. Já o Dow Jones, por sua vez, valorizou 0,19% para os 49.704,47 pontos.

O Presidente Donald Trump está hoje reunido com a sua equipa de segurança nacional para discutir o caminho a seguir na guerra com o Irão — incluindo a possível retoma dos ataques militares —, informou a agência de notícias Axios.

Neste contexto, o cessar-fogo entre os EUA e o Irão atingiu uma nova barreira, com Trump a afirmar que o acordo se encontrava agora em . O republicano revelou ainda, em declarações a jornalistas na Sala Oval, que “nem sequer tinha terminado de ler” a proposta enviada por Teerão, cita a Bloomberg.

“Um acordo continua a ser difícil de alcançar e os riscos permanecem elevados”, disse à agência de notícias financeiras Mark Haefele, do UBS. “Ambas as partes continuam sob pressão para chegar a um acordo”, resumiu o mesmo especialista.

O conflito com o Irão estará na agenda de Trump quando o Presidente dos EUA se reunir esta semana com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, para um encontro que deverá durar dois dias.

As receitas que a China proporciona ao Irão com a compra de crude, bem como as potenciais exportações de armas estarão entre os temas a ser debatidos entre os líderes das duas maiores economias mundiais, segundo um responsável norte-americano.

No plano económico, um novo conjunto de dados divulgado esta semana deverá confirmar a crescente frustração dos norte-americanos com a inflação. Os economistas preveem um aumento de 0,6% no índice de preços no consumidor (IPC) para abril, com base numa sondagem da Bloomberg.

E quanto ao rumo da política monetária nos EUA, o Goldman Sachs e o Bank of America foram os mais recentes de um grupo de bancos de Wall Street a adiar as suas previsões de cortes nas taxas diretoras da Reserva Federal (Fed), argumentando que tanto os dados da inflação como os do emprego justificam que a Fed mantenha as taxas inalteradas até, pelo menos, ao final deste ano.

Entre os movimentos do mercado, as fabricantes de chips foram as grandes responsáveis pela subida das praças bolsistas nos EUA. E entre algumas das cotadas desta área, a Navitas Semiconductor Corporation disparou mais de 24%, a Micron Technology pulou mais de 6% e a Intel avançou mais de 3%. Noutras cotadas de peso, a Tesla somou quase 4%.

Já quanto às “big tech”, a Apple cedeu 0,13%, a Nvidia ganhou 1,96%, a Alphabet perdeu 2,59%, a Amazon caiu 1,35%, a Microsoft desvalorizou 0,58% e a Meta registou perdas de 1,77%.

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