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Jerónimo Martins em máximos após JB Capital aumentar recomendação. Roménia volta à baila

As ações da retalhista portuguesa subiram mais de 5% ao longo da manhã, depois de o JB Capital Markets ter elevado a recomendação da empresa portuguesa.

Pedro Soares dos Santos, CEO da Jerónimo Martins, viu os lucros do grupo caírem 36% no semestre.
Bruno Colaço
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 11 de Janeiro de 2021 às 12:25
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As ações da Jerónimo Martins escalaram 5,46% para os 14,97 euros por ação nesta segunda-feira, depois dos analistas do JB Capital Markets terem aumentado a recomendação e o preço-alvo atribuído à empresa portuguesa. 

Na nota, citada pela Bloomberg, o banco de investimento refere-se à retalhista nacional como um "título atrativo", tanto nas operações portuguesas, como polacas, o que o levou a elevar a recomendação de "neutral" para "comprar".

Para além da recomendação, os analistas aumentaram também o preço-alvo de 15,83 euros para os 16,90 euros por ação. Este novo preço confere um retorno potencial de 13,50% face ao valor do último fecho (sexta-feira). 

Como reação a esta nota, as ações da Jerónimo Martins registaram a maior subida intradiária desde março do ano passado, e um máximo desde meados de outubro. 

Segundo a nota, a dona do Pingo Doce "deu uma resposta sólida" à pandemia na Polónia, com os negócios a ganharem quota de mercado nos primeiros nove meses do ano passado. 

Agora, os analistas preveem também que a Jerónimo Martins seja capaz de registar uma superação face aos seus pares no último trimestre de 2020.

Entrada na Roménia após pandemia
Os analistas do JB Capital Markets, João Pinto e Alberto Espelosin, referem na mesma nota que a Jerónimo Martins poderá avançar com a entrada num novo mercado, quando as restrições impostas para controlar a pandemia diminuírem. 

O banco refere que o crescimento da Jerónimo Martins deverá voltar a acelerar e a empresa tem força para voltar a investir. 

A entrada na Roménia foi uma possibilidade levantada pelo CEO do grupo, Pedro Soares dos Santos, em fevereiro do ano passado, antes de a pandemia se ter feito sentir. Agora, que os mercados estão a antecipar o fim do vírus, graças aos planos de vacinação, a expansão do grupo volta à baila.

Na altura, numa entrevista dada ao jornal polaco Pils Biznesu, Soares dos Santos dizia 
que a retalhista espera entrar no mercado romeno através de uma aquisição, com o diário a avançar com uma possível aquisição da cadeia Profi, que tem 1000 lojas e é detida pelo fundo Mid Europa.
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