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Jerónimo Martins dispara mais de 5% para máximos. É uma das maiores subidas na Europa

A empresa portuguesa está a reagir ao aumento de vendas registadas no ano passado, com os analistas a destacarem a prestação das operações na Polónia e na Colômbia.

Pedro Soares dos Santos, CEO da Jerónimo Martins, viu os lucros do grupo caírem 36% no semestre.
Bruno Colaço
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 13 de Janeiro de 2021 às 10:02
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As ações da Jerónimo Martins estiveram hoje a valorizar 5,56% para os 15,295 euros, depois de a empresa ter reportado uma subida nas vendas relativas ao ano passado, com especial destaque para as operações na Polónia e na Colômbia.

Este valor atingido hoje representa um máximo desde julho do ano passado, fazendo com que a Jerónimo Martins protagonizasse uma das maiores subidas do dia entre as empresas presentes no índice Stoxx 600, que reúne as 600 maiores cotadas da Europa. 

Contudo, o título foi perdendo alguma força e sobe agora apenas cerca de 2%.

Ontem, já depois do fecho de sessão, a dona do Pingo Doce reportou um aumento de vendas de 3,5% em 2020 para 19,3 mil milhões de euros. Em comunicado enviado à CMVM, o grupo refere que a taxas de câmbio constantes, o aumento das vendas cifrou-se em 6,7%. Já as vendas comparáveis (LfL) subiram 3,5%. 

Para os analistas do CaixaBank BPI, os números revelados saíram acima do previsto, especialmente na Polónia e na Colômbia".

Numa nota, o banco de investimento assinala a subida nas vendas de 5,1% na Biedronka - Polónia - face à estimativa de 4,5%. Também na Colômbia o aumento de 6,5% foi superior aos 5,4% estimados. 

Esta está a ser uma semana positiva para a empresa portuguesa, depois de na segunda-feira  os analistas do JB Capital Markets terem aumentado a recomendação e o preço-alvo atribuído.

Na nota, citada pela Bloomberg, o banco de investimento refere-se à retalhista nacional como um "título atrativo", tanto nas operações portuguesas, como polacas, o que o levou a elevar a recomendação de "neutral" para "comprar".
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