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Juros da casa sobem há sete meses consecutivos e ultrapassam os 2%

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação aumentou em outubro para 1,328%. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o agravamento foi ainda maior, com a taxa de juro a avançar para 2,061%.

As perdas das ações e das obrigações desde o início do ano não parecem próximas do fim, colocando o imobiliário numa posição de alternativa.
Fernando Ferreira
Diogo Mendo Fernandes diogofernandes@negocios.pt 23 de Novembro de 2022 às 11:54
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A taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação não pára de aumentar há sete meses. Em outubro, atingiu os 1,328%, o que representa um agravamento de 18,4 pontos base face a setembro. É o que revelam dados publicados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o aumento foi ainda mais expressivo, com a taxa de juro a avançar para 2,061% em outubro, de 1,775% em setembro.

Para o destino de financiamento aquisição de habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos subiu 18,2 pontos base face a setembro, para 1,342%. Já neste tipo de contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro aumentou 27,9 pontos base face ao mês anterior, fixando-se em 2,054%.

O capital médio em dívida aumentou 424 euros, fixando-se em 61.513 euros. A prestação média subiu sete euros, para 279 euros, representando um aumento de 11,2% em termos nominais face ao valor observado em outubro de 2021. Nos contratos nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu 18 euros, para 489 euros.
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