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Juros da casa voltam a recuar em agosto para 0,792%

Taxa de juro média cai há doze meses consecutivos. No entanto, os novos créditos celebrados nos últimos três meses revelam uma subida.

As operações de reabilitação urbana nas chamadas ARU podem beneficiar de IVA reduzido, mas a atribuição não é automática.
Mário Cruz
Leonor Mateus Ferreira 20 de Setembro de 2021 às 11:22
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Os juros da casa caem há doze meses consecutivos. A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação situou-se em 0,792% em agosto, o que representa uma nova queda mensal, em comparação com os 0,80% registados no mês anterior, de acordo com dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

São os créditos já existentes a conduzir a tendência já que, nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 0,674% em julho para 0,689% em agosto.

"Para o destino de financiamento Aquisição de Habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,807% (-0,9 p.b. face a julho). Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro aumentou, fixando-se em 0,679% (0,670% no mês anterior)", explica o relatório do INE.



No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 325 euros, fixando-se em 57 115 euros, enquanto a prestação média subiu um euro, para 236 euros. Deste valor, 38 euros (16%) correspondem a pagamento de juros e 198 euros (84%) a capital amortizado. No que diz respeito aos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação subiu 19 euros, para 304 euros.


(Notícia atualizada às 11h30)
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