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Reabertura da China deve atirar petróleo para máximos históricos, diz AIE

A Agência Internacional de Energia lançou o primeiro relatório mensal do ano e revela que a Rússia e a China vão dominar o mercado petrolífero em 2023.

Ganhos anuais são pouco expressivos e o petróleo corre o risco de fechar o ano com saldo negativo.
Angus Mordant/Reuters
Diogo Mendo Fernandes diogofernandes@negocios.pt 18 de Janeiro de 2023 às 10:33
A procura mundial de petróleo deve atingir um máximo em 2023 impulsionado pelo relaxamento das medidas relativas à covid-19 na China - um movimento que pode levar a um aumento da procura pelo país asiático, que é o maior importador de crude do mundo. A análise foi feita no primeiro relatório mensal de 2023 da Agência Internacional de Energia (AIE).

Em 2023, a procura de crude a nível mundial deve aumentar 1,9 milhões de barris por dia para atingir um recorde de 101,7 mil milhões de barris diários.

"Dois participantes dominam as perspetivas no mercado petrolífero para 2023: a Rússia e a China", pode ler-se no documento. E uma maior robustez na procura poderia apertar "as balanças à medida que o fornecimento por parte da Rússia diminui, com o impacto das sanções".

Apesar da entrada em vigor das sanções, tanto europeias, como por parte dos países do G7, o fornecimento de crude russo manteve-se estável em dezembro.

A AIE revelou ainda que mais de metade das perspetivas de aumento do consumo de petróleo são derivadas da China, mesmo que "a forma e a velocidade" da reabertura do país permaneçam incertas.
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