Ao minuto27.02.2026

Stoxx 600 fecha fevereiro em recorde. Investidores trocam ações norte-americanas por europeias

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta sexta-feira.
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Ole Berg-Rusten/AP
Negócios 27 de Fevereiro de 2026 às 17:53
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27.02.2026

Stoxx 600 fecha fevereiro em recorde. Investidores trocam ações norte-americanas por europeias

Christophe Petit Tesson / EPA

As bolsas europeias terminaram a última sessão da semana sem uma tendência definida, mas acabaram por registar a maior sequência mensal de ganhos desde 2013, à medida que os investidores procuram alternativas aos ativos norte-americanos. 

As altas avaliações das ações de tecnologia dos EUA e as preocupações com os gastos com inteligência artificial incentivaram uma rotação para outras regiões. Além disso, a "earings season" bastante positiva impulsionou ainda mais o sentimento em relação à Europa.

Neste contexto, o índice de referência para o bloco, o Stoxx 600, subiu 0,11% para 633,85 pontos, um novo máximo histórico para o "benchmark". Os setores das teelcomunicações e da alimentação deram o maior impulso, ao somarem 2,8% e 1,5%, respetivamente. Em fevereiro, acumulou uma subida de 3,7%, o oitavo mês consecutivo de ganhos.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX perdeu 0,02%, o espanhol IBEX 35 recuou 0,73%, o italiano FTSEMIB desvalorizou 0,46%, o francês CAC-40 cedeu 0,47%, enquanto o neerlandês AEX ganhou 0,45%, ao passo que o britânico FTSE 100 somou 0,59%.

A subida registada neste mês pelo Stoxx 600 “foi impulsionada por resultados empresariais sólidos e um momento positivo”, disse Ulrich Urbahn, chefe de estratégia e pesquisa de multiativos do Berenberg, à Bloomberg. “Mantemos a nossa posição acima da média quanto às ações europeias e de mercados emergentes, isto porque acreditamos que os novos investimentos se vão concentrar principalmente nessas regiões para reduzir a exposição ainda alta aos EUA por parte de muitos investidores", acrescentou.

Entre os principais movimentos de mercado, a Swiss RE subiu 3,74% após a resseguradora anunciar uma recompra inesperada de ações. 

27.02.2026

Juro da dívida portuguesa volta a cair abaixo dos 3%

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro aliviaram na última sessão da semana, numa altura de maior apetite por obrigações, um ativo considerado seguro, numa altura em que os investidores temem que uma guerra entre os EUA e o Irão possa estalar a qualquer momento. 

Os juros das obrigações alemãs a dez anos, referência para o contexto europeu, desceram 4,7 pontos-base para 2,642%, enquanto a rendibilidade da dívida francesa com a mesma maturidade caiu 3,1 pontos-base para 3,215%. Em Itália, o alívio foi de 2,9 pontos-base para 3,269%.

Pela Península Ibérica, a "yield" das Obrigações do Tesouro portuguesas e a rendibilidade da dívida espanhola a 10 anos cederam 3,7 e 3,6 pontos-base para 2,996% e 3,060%, respetivamente. 

Fora da Zona Euro, no Reino Unido os juros das "Gilts" registaram uma queda de 4,2 pontos-base para 4,231%.

27.02.2026

Dólar segue no vermelho, mas termina semana sem alterações

AP/ Petr Svancara

O dólar norte-americano está a recuar em comparação às restantes moedas, tendo subido por alguns momentos depois de publicados os dados sobre o índice de preços ao produtor (IPP) de janeiro, que foram mais positivos do que o mercado esperava.

O IPP subiu 0,5% no mês passado, contra previsões de um aumento de 0,3%, após uma revisão em baixa da taxa de dezembro para 0,4%. Entretanto, estes ganhos foram eliminados, estando esta tarde a moeda a descer. 

O euro ganha 0,23% para 1,1824 dólares e, face à divisa nipónica, a "nota verde" cai 0,11% para 155,95 ienes. O índice do dólar DXY perde 0,16% para 97,63 pontos, a caminho de terminar a semana praticamente estável. 

A par disto, os investidores continuam a reagir ao encontro de ontem entre os EUA e o Irão para chegar a um consenso sobre o programa nuclear iraniano. Enquanto as autoridades do Médio Oriente acreditam que a reunião acabou com "progressos significativos", os responsáveis norte-americanos dizem ter sido "desapontante". As duas partes voltam a encontrar-se na próxima semana. 

27.02.2026

Ouro soma e segue. Maior presença militar dos EUA no Médio Oriente desde 2003 aumenta receios

Mike Groll/AP

Os preços do ouro estão a subir esta tarde, com o aumento da presença militar dos EUA no Médio Oriente a manter os mercados em alerta e a levar os investidores a comprarem ativos considerados seguros, como o metal amarelo. Donald Trump terá ordenado o maior aumento da presença militar norte-americana na região desde 2003.

O ouro soma 0,87% para 5.227,32 dólares por onça, a caminho de terminar a semana com uma valorização de cerca de 2% e um ganho mensal de perto de 12%. No ano, sobe mais cerca de 20%.

Washington e Teerão vão continuar as negociações na próxima semana, após terem feito "progressos significativos" na quinta-feira, de acordo com os represnetantes do país mediador, Omã. No entanto, uma fonte próxima de Washington contou à Bloomberg que a delegação norte-americana, que inclui o enviado especial Steve Witkoff, saiu "desapontada" do encontro que visa chegar a um acordo sobre o programa nuclear iraniano. 

O metal precioso está a caminho de registar o sétimo ganho mensal consecutivo, o que seria a sequência mais longa desde 1973. As tensões geopolíticas e comerciais em curso, bem como a desvalorização do dólar e as preocupações com a independência da Reserva Federal tem dado força à negociação, que em janeiro sofreu um travão inesperado. 



27.02.2026

Petróleo dispara quase 3% após negociações "desapontantes" entre EUA e Irão

Jacob Ford / AP

O barril do petróleo está a valorizar quase 3% esta sexta-feira, numa altura em que o conflito entre EUA e Irão parece cada vez mais próximo de estalar. Uma fonte próxima de Washigton contou à Bloomberg que a delegação norte-americana, que inclui o enviado especial Steve Witkoff, saiu "desapontada" da reunião com o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros em Geneva, realizada para chegar a um compromisso em relação às pretensões nucleares do país do Médio Oriente. 

A esta hora, o West texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – soma 2,76%, para os 67,04 dólares por barril, enquanto o Brent – de referência para o continente europeu – valoriza 2,76% para os 72,70 dólares por barril. O crude de referência para a Europa chegou mesmo a negociar acima dos 73 dólares, máximos de julho do ano passado, impulsionado ainda pelo aumento da presença militar norte-americana na região. 

Os receios que um conflito possa mesmo vir a estalar no Médio Oriente já levou os EUA, China e outras nações a aconselharem os seus cidadãos a sair da região. Desde o arranque do ano, os preços do petróleo já valorizaram quase 20%, apesar de várias previsões apontarem para um grande excedente de crude no mercado este ano, que já tinham atirado a matéria-prima para grandes perdas em 2025. 

Os investidores aguardam ainda e onde os países que fazem parte do grupo podem mesmo apostar numa subida da produção - aproveitando a grande valorização dos preços. "É provável que a OPEP+ aumente apenas ligeiramente a produção de petróleo a partir de abril, mas os riscos geopolíticos significam que é improvável que haja qualquer pressão sobre os preços - por enquanto", lê-se numa nota de "research" do Commerzbank, citada pela Bloomberg. 

27.02.2026

IA e inflação atiram Wall Street para o vermelho. Netflix dispara 8% e Paramount 4% após fim da corrida à Warner Bros

AP / Richard Drew

Os principais índices norte-americanos arrancaram a derradeira sessão do mês em território negativo, pressionados pelos recorrentes receios em torno de uma possível bolha na inteligência artificial (IA) e por uma inflação persistente, que está a alimentar a narrativa de que a Reserva Federal (Fed) não vai fazer nada aos juros nas próximas reuniões. Os preços no produtor em janeiro acabaram por ficar acima das expectativas, ao acelerar de 0,4% para 0,5% em cadeia - as previsões apontavam para um desaceleramento para 0,3% -, enquanto a inflação subjacente escalou para 0,8%.

"Os dados desta sexta-feira que mostram um aumento na inflação são mais um motivo de preocupação na análise económica 'tradicional' da estabilidade dos preços e do pleno emprego, mesmo antes de os investidores terem em conta o potencial disruptivo do impacto da IA na economia", explica Chris Zaccarelli, da Northlight Asset Management, à Bloomberg. O mercado de "swaps" aponta agora para o primeiro corte nas taxas de juro este ano só em setembro. 

Neste contexto, o S&P 500 arrancou a sessão a perder 1,05% para 6.836,54 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite cede 1,40% para 22.553,45 pontos e o industrial Dow Jones cai 1,43% para 48.793,48 pontos. O "benchmark" dos EUA prepara-se para fechar o pior mês desde abril do ano passado, no infame mês em que Donald Trump apresentou a sua nova política comercial ao mundo, enquanto o Nasdaq encaminha-se para a maior queda desde março. 

A ambiguidade em torno das tarifas da atual administração norte-americana está ainda a pesar sobre o sentimento, numa altura em que os EUA se preparam para aumentar as taxas globais de 10% para 15%. Donald Trump prometeu alcançar este nível, depois de o Supremo Tribunal ter declarado ilegais as taxas aduaneiras introduzidas pelo Presidente e que levaram à assinatura de uma série de acordos comerciais com outros países - incluindo a União Europeia (UE), que ainda não retificou o compromisso. 

Entre as principais movimentações de mercado, a Netflix dispara 8,53% e a Paramount escala 4,29%, depois de a . - o estúdio centenário de Hollywood que detém franquias icónicas como a DC e Harry Potter. Os investidores estão a celebrar o facto de a gigante do "streaming" ter abandonado as suas pretensões de compra do estúdio, tendo considerado que subir a proposta não seria financeiramente rentável. 

Por sua vez, a Nvidia continua a cair e cede agora 2,62%, , com os seus resultados históricos a não serem suficientes para eclipsar os receios em torno da IA que têm assombrado o mercado. 

27.02.2026

Taxa Euribor mantém-se a três meses, desce a seis e sobe a 12 meses

A taxa Euribor manteve-se esta sexta-feira a três meses, desceu a seis meses e subiu a 12 meses em relação a quinta-feira.

Com estas alterações, a taxa a três meses, que foi fixada de novo em 2,013%, continuou abaixo das taxas a seis (2,128%) e a 12 meses (2,222%).

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, recuou, ao ser fixada em 2,128%, menos 0,006 pontos do que na quinta-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a dezembro indicam que a Euribor a seis meses representava 38,77% do 'stock' de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.

Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,85% e 25,09%, respetivamente.

Em sentido contrário, no prazo de 12 meses, a taxa Euribor avançou para 2,222%, mais 0,005 pontos.

Já a Euribor a três meses manteve-se hoje ao ser fixada de novo em 2,013%, o mesmo valor de quinta-feira.

Em 5 de fevereiro, o BCE manteve as taxas diretoras, de novo, pela quinta reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.

A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 18 e 19 de março em Frankfurt, Alemanha.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

27.02.2026

Juros agravam-se na Zona Euro. "Bunds" destoam

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro estão a registar agravamentos em praticamente toda a linha na sessão de hoje, num dia em que as bolsas europeias somam ganhos, com os investidores a reforçarem posições em ativos de risco, como é o caso das ações.

Os juros das "Bunds" alemãs a dez anos, que servem de referência para a Zona Euro, aliviam 0,4 pontos base para 2,685%, enquanto a "yield" das obrigações francesas com a mesma maturidade sobe 0,4 pontos para 3,251%. Já em Itália, os juros avançam 0,7 pontos para os 3,306%.

Pela Península Ibérica, regista-se a mesma tendência, com a "yield" das obrigações portuguesas a dez anos a agravar-se em 0,2 pontos base para 3,035%. A “yield” das obrigações espanholas também sobe 0,4 pontos, para 3,100% a esta hora.

Fora da Zona Euro, os juros das "Gilts" britânicas, também a dez anos, aliviam 1,6 pontos base, para 4,257%.

27.02.2026

Europa a caminho de maior sequência de ganhos mensais desde 2013

Os principais índices europeus negoceiam com ganhos na última sessão do mês de fevereiro e caminham para a maior sequência de valorizações mensais desde 2013, à medida que a região se torna cada vez mais atrativa para investidores que procuram alternativas aos ativos de risco norte-americanos.

O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – soma 0,33%, para os 635,25 pontos.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX ganha 0,36%, o espanhol IBEX 35 sobe 0,09%, o italiano FTSEMIB valoriza 0,15%, o francês CAC-40 cede 0,06%, o neerlandês AEX sobe 0,28%, ao passo que o britânico FTSE 100 valoriza 0,51%.

O “benchmark” Stoxx 600 está prestes a fechar o oitavo mês seguido de subidas, com um avanço de 4% em fevereiro.

Uma temporada de resultados das cotadas amplamente positiva proporcionou um impulso adicional ao sentimento em relação às ações europeias. A recuperação de fevereiro “foi impulsionada por lucros sólidos e um ‘momentum’ positivo”, disse à Bloomberg Ulrich Urbahn, da Berenberg. “Mantemos a nossa sobreponderação em ações europeias e de mercados emergentes, pois acreditamos que os novos investimentos se concentrarão principalmente nessas regiões para reduzir a exposição ainda elevada dos EUA por parte de muitos investidores”, acrescentou o especialista.

Nesta linha, os fundos de ações europeus receberam mais de 3 mil milhões de dólares na semana até quarta-feira, de acordo com dados da EPFR Global citados por analistas do Bank of America, sendo que desde o arranque de 2026, os investidores já injetaram 18 mil milhões de dólares nas cotadas do Velho Continente, enquanto os fundos de ações dos EUA receberam quase 37 mil milhões no mesmo período.

Com melhor desempenho na sessão desta sexta-feira, está o setor das telecom (+1,52%) e o dos recursos naturais (+1,29%). Do lado contrário, o do turismo lidera as perdas (-0,88%), seguido dos bens domésticos (-0,27%).

Entre os movimentos do mercado, a BASF segue a ceder mais de 1,70%, depois de a fabricante alemã ter afirmado que espera lucros praticamente inalterados este ano em comparação com o ano passado. Já a Swiss Re pula quase 4%, após a resseguradora ter anunciado uma recompra inesperada de ações. O grupo de aviação IAG – um dos interessados na compra dsa TAP – desvaloriza mais de 4% nesta manhã,

27.02.2026

Dólar desliza, iene e libra em foco

Florian Gaertner/picture-alliance/dpa/AP Images

A negociação cambial desta sexta-feira está a ser marcada por um recuo ligeiro do dólar e por um euro que está a beneficiar tanto da queda da libra como do iene.

De destacar que no Reino Unido o Partido Verde ganhou as eleições intercalares de Gorton e Denton, com o partido trabalhista do primeiro-ministro Keir Starmer a ter ficado apenas em terceiro lugar. Esta votação coloca mais pressão sobre a atual popularidade de Starmer, depois do líder britânico ter atravessado um período de forte contestação devido às ligações conhecidas do embaixador do Reino Unido nos EUA a Jeffrey Epstein.

Já o dólar continua a ser pressionado pela incerteza das tarifas comerciais, estando já em vigor uma tarifa global de 10% e estando prometida uma subida para 15% a curto prazo.

Neste contexto, o índice do dólar americano da Bloomberg (DXY), que compara o valor da moeda norte-americana com outras divisas, está a recuar 0,05% para os 97.7420 pontos.

A esta hora, o euro segue a valorizar 0,08% para 1,1806 dólares e a libra também segue a avançar 0,07% para 1,3490 dólares. O dólar recua 0,17% para 0,7729 francos suíços. A "nota verde" avança ligeiros 0,04% face à divisa japonesa, para 156,19 ienes.

Já noutros pares de câmbio, o euro avança 0,02% para 0,8751 libras e avança 0,11% para 184,40 ienes.

Já o ministro das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, disse nesta sexta-feira que o Governo está muito atento às variações do iene, dizendo mesmo que o têm feito com um "sentido de urgência". O ministro tinha sido questionado no Parlamento sobre se a perda de valor recente do iene não pode colocar em causa o crescimento da economia, por aumentar os custos das importações.

27.02.2026

Ouro e prata estáveis. Metais preciosos caminham para ganhos de mais de 5% na semana

Matthias Schrader / AP

O ouro está a negociar de forma estável nesta sexta-feira, à medida que se mantém uma procura moderada pelo metal amarelo enquanto ativo-refúgio, com os investidores a avaliarem as negociações entre Washington e Teerão.

A esta hora, o metal amarelo desvaloriza 0,09% para os 5.180,460 dólares por onça.

O ouro está agora a caminho do seu sétimo mês consecutivo de ganhos, com uma valorização de mais de 6% em fevereiro até agora, mês em que a renovada incerteza sobre as tarifas dos EUA e as tensões entre a maior economia mundial e o Irão aumentaram o apelo pelo metal amarelo enquanto ativo seguro.

Do lado de lá do Atlântico, os dados mostraram que o número de norte-americanos que solicitaram novos subsídios de desemprego aumentou ligeiramente na semana passada, ainda que os números tenham mostrado que a taxa de desemprego manteve-se estável em fevereiro.

Os mercados esperam atualmente pelo menos três cortes de 25 pontos-base nas taxas diretoras por parte da Reserva Federal este ano, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.

Já no que toca à prata, o metal precioso negoceia com ganhos de 1,77% a esta hora, para os 89,864 dólares por onça e está prestes a fechar a semana com uma subida de mais de 5%.

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