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Ao minuto22.01.2026

Trump deixa cair tarifas e dá à Europa a melhor sessão desde novembro. Ubisoft afunda 40%

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta quinta-feira.

Recuo de Trump nas tarifas e 'rally' das tecnológicas levam Wall Street ao verde
Recuo de Trump nas tarifas e "rally" das tecnológicas levam Wall Street ao verde AP / Richard Drew
22 de Janeiro de 2026 às 18:23
22.01.2026

Trump deixa cair tarifas e dá à Europa a melhor sessão desde novembro. Ubisoft afunda 40%

Trump discursa no Fórum Económico Mundial em Davos, na Suíça

As principais praças europeias receberam o anúncio de que Donald Trump, Presidente dos EUA, iria recuar das tarifas adicionais de 10% a oito países do Velho Continente com alguma euforia. O "benchmark" para a negociação europeia avançou mais de 1% esta quinta-feira, um movimento seguido pela maior parte dos índices da região, com Londres a ficar para trás neste "rally" de recuperação. 

O Stoxx 600 acabou a sessão a valorizar 1,03% para 608,86 pontos, interrompendo uma série de cinco dias consecutivos no vermelho e registando a melhor sessão desde novembro. O setor de luxo e o automóvel - bastante expostos ao mercado norte-americano - registaram um dos melhores desempenhos do principal índice europeu, num dia em que a banca e a tecnologia também notaram grandes ganhos. 

Depois de as novas tarifas de Trump terem causado grande turbulência nos mercados no arranque da semana, levando Wall Street e a Europa a reverterem quase por completo os ganhos anuais até ao momento, o Presidente dos EUA decidiu dar um passo atrás. A Gronelândia continua na mira do líder da maior economia do mundo, mas o republicano recusa-se a tomar o território pela força e também decidiu abandonar a ideia de pressionar o Velho Continente com uma nova guerra comercial, depois de ter alcançado um "acordo de princípio" com o secretário-geral da NATO. 

"Esperamos que a recuperação continue", explica Mathieu Racheter, chefe de estratégia de ações da Julius Baer, à Bloomberg. "O importante é olhar além das manchetes geopolíticas e focar no quadro geral: o crescimento económico continua sólido, as pressões inflacionárias estão contidas e espera-se que as empresas apresentem um crescimento de lucros de dois dígitos", acrescenta. 

Entre as principais movimentações do mercado, a Ubisoft caiu 39,83% para 3,99 euros, depois de a empresa de videojogos ter cancelado seis projetos e encerrado vários estúdios - tudo parte de uma fase de restruturação profunda que deverá gerar perdas de cerca de mil milhões de euros à empresa francesa neste ano fiscal. Já a Volkswagen disparou 6,51% após ter registado resultados que ficaram acima das expectativas e um fluxo de caixa de seis mil milhões de euros - mais mil milhões do que o registado em 2024. 

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX subiu 1,20%, o espanhol IBEX 35 avançou 1,28%, o italiano FTSEMIB valorizou 1,36%, o francês CAC-40 somou 0,99%, ao passo que o neerlandês AEX ganhou 0,63%. J]a o britânico FTSE 100 ficou para trás com ganhos de apenas 0,12%, numa altura em que Keir Starmer pode ver a sua liderança ameaçada no Partido Trabalhista. 

22.01.2026

Juros na Europa aliviam após recuo de Trump

Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro aliviaram esta quinta-feira após o recuo na tarde de ontem do Presidente dos EUA, Donald Trump, quanto à imposição de tarifas sobre oito países europeus.

A "yield" da dívida portuguesa a 10 anos desceu 0,8 pontos base para 3,255%, enquanto no país vizinho os juros baixaram 0,7 pontos, para 3,268%. Em Itália o alívio foi de 1,6 pontos, para 3,512%.

A rendibilidade das "bunds" alemãs, referência para o bloco europeu, agravou-se em 0,5 pontos, até aos 2,885%, enquanto a "yield" da dívida francesa cedeu 2,8 pontos base, para 3,513%.

Fora da Zona Euro, as "gilts" britânicas viram os juros subirem 1,7 pontos, para 4,473%.

22.01.2026

Após ligeira recuperação, dólar volta a negociar no vermelho

dólar

O dólar está a negociar com perdas face aos seus principais rivais, depois de o recuo de Donald Trump, Presidente dos EUA, nas tarifas de 10% a oito países europeus terem levado a "nota verde" a recuperar algum do terreno perdido nas últimas sessões. 

Com os mercados menos agitados, as divisas associadas a um maior apetite pelo risco dos investidores, como o dólar australiano e a coroa norueguesa, estão a avançar mais de 1% face à moeda norte-americana. Por sua vez, o euro avança de forma mais modesta, a ganhar 0,45% para 1,1737 dólares, enquanto a libra valoriza 0,41% para 1,3484 dólares. 

"Embora os riscos geopolíticos globais possam continuar a ser um fator determinante dos mercados cambiais, é provável que o seu impacto tenha atingido o pico após Trump ter sinalizado que os EUA chegaram a um 'acordo de princípio' com a União Europeia", explica Valentin Marinov, diretor de estratégia cambial do Credit Agricole SA, à Bloomberg. Isto poderá continuar a apoiar o apetite pelo risco nas moedas e a oferecer uma pausa, mesmo que temporária, ao dólar, acrescenta. 

Os analistas estão a caracterizar as movimentações desta semana no mercado como um clássico exemplo da estratégia TACO (Trump Always Chickens Out), em que o líder norte-americano tende a fazer muitas ameaças mas acaba sempre por recuar. 

Já face ao iene, o dólar negoceia quase sem alterações, numa altura em que os investidores aguardam mais informações sobre o novo pacote de estímulos económicos e reduções de impostos que a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, pretende impor se conseguir alcançar uma maioria estável no Parlamento. 

22.01.2026

Ouro volta a aproximar-se dos 4.900 dólares apesar de alívio de tensões

Barra de ouro de 1 kg na mão, com outras barras e moedas de ouro visíveis

O ouro continua a ganhar terreno no mercado internacional e aproxima-se dos 4.900 dólares por onça, apesar de as tensões geopolíticas globais estarem a arrefecer e os investidores terem recuperado o apetite pelo risco. 

A esta hora, o metal amarelo avança 0,95% para 4.877 dólares por onça, tendo chegado a subir mais de 1% para 4.888.42 dólares - bastante próximo dos máximos históricos atingidos na sessão de quarta-feira, quando ainda estava a ser impulsionado pela crise na Gronelândia. 

Entretanto, o Presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu recuar nas tarifas adicionais de 10% sobre oito países europeus que estavam contra os seus planos de anexarem aquela que é a maior ilha do mundo, sob controlo da Dinamarca. O líder norte-americano chegou ainda a um princípio de acordo com o secretário-geral da NATO sobre o futuro da Gronelândia - embora o líder norte-americano não tenha fornecido grandes detalhes. 

A crise diplomática que Trump começou com uma série de líderes europeus, aliada ao ataque à Venezuela que culminou na captura de Nicólas Maduro, já levou o ouro a valorizar mais de 12% desde o arranque do ano e a prata a renovar máximos históricos por diversas vezes. A esta hora, o metal acelera 2,93% para 95,78 dólares - também próximo de níveis recorde. 

O encontro entre Trump e o secretário-geral da NATO no Fórum Económico Mundial em Davos, "amenizou um pouco a tensão entre os EUA e a União Europeia", começou por explicar Nicholas Frappell, diretor global de mercados institucionais da ABC Refinery, à Bloomberg. Mas, de acordo com o analista,  ainda há "muitos investidores que compram em baixa" a apoiar o preço do ouro. 

22.01.2026

Petróleo recua com Zelensky a sinalizar novas negociações com a Rússia

O barril de petróleo está a negociar com perdas esta quinta-feira, pressionado pelos comentários do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que sinalizou avanços num possível acordo de paz com a Rússia. Em Davos, no Fórum Económico Mundial, o líder ucraniano pediu à Rússia que esteja "pronta a fazer concessões" e anunciou que um encontro entre os dois países, mediado pelos EUA, vai acontecer nos próximos dias.

O West Texas Intermediate (WTI) - de referência para os EUA – recua 1,67%, para os 59,61 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – segue a desvalorizar 1,56% para os 64,22 dólares por barril. Um acordo de paz entre Ucrânia e Rússia poderia levantar as sanções que o crude do último país enfrenta por parte do Ocidente, inundado um mercado de petróleo que já enfrenta um grande excedente.

O excesso de oferta no mercado já se faz sentir na evolução semanal dos "stocks" norte-americanos. Na semana passada, os inventários de crude na maior economia do mundo cresceram em três milhões de barris, com as reservas de gasolina a subirem ainda mais. A adicionar à pressão sobre os preços, o Cazaquistão está cada vez mais próximo de reabrir os dois campos petrolíferos do país que foram afetados por um incêndio - acabando assim com as disrupções no Mar Negro. 

Estes movimentos acontecem após um arranque de ano bastante positivo para os preços do petróleo, impulsionados pelo clima de grande instabilidade no Irão - um dos membros da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) - e pelas disrupções no Cazaquistão. O crude foi ainda suportado na quarta-feira pelo recuo de Donald Trump, Presidente dos EUA, nas tarifas adicionais de 10% a oito países europeus que se oponham ao plano de anexar a Gronelândia. 

"A temperatura geopolítica baixou alguns graus", explica Ole Sloth Hansen, estratega do Saxo Bank, à Bloomberg. Mas com uma série de ameaças ao abastecimento por resolver e o tempo mais frio a reforçar a procura nos EUA, o analista indica que os preços provavelmente vão "conseguir permanecer estáveis" nos próximos tempos. 

22.01.2026

Recuo de Trump nas tarifas e "rally" das tecnológicas levam Wall Street ao verde

Os principais índices norte-americanos arrancaram mais uma sessão no verde, apagando de vez as perdas registadas no "sell-off" de terça-feira, numa altura em que as tensões geopolíticas mundiais parecem estar a arrefecer e os investidores podem voltar a focar-se nos resultados trimestrais das empresas e em novos dados económicos. 

A esta hora, o S&P 500 avança 0,47% para 6.907,78 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite acelera 0,70% para 23.387,10 pontos e o industrial Dow Jones ganha 0,55% para 49.344,76 pontos. O setor tecnológico é um dos grandes destaques do dia, impulsionado pelas grandes valorizações das fabricantes de semicondutores e ações ligadas à inteligência artificial (IA), isto depois de o CEO da Nvidia ter reforçado o entusiasmo dos investidores em torno da indústria, num painel em Davos. 

“Estamos a assistir a um 'boom' bastante significativo nesta área. Os salários quase duplicaram”, afirmou Jensen Huang no Fórum Económico Mundial. “Todos devem poder ter uma vida confortável. Não é preciso ter um doutoramento em ciências da computação para isso", disse ainda, acrescentando que a IA vai criar mais postos de trabalho do que aqueles que vai eliminar e que a construção de mais centros de dados vai obrigar a investimentos de biliões de dólares. 

Os movimentos desta quinta-feira seguem-se a uma sessão já bastante positiva para Wall Street. Os investidores aplaudiram o recuo de Donald Trump, Presidente dos EUA, nos planos de impor tarifas de 10% a oito países europeus que estavam contra os planos norte-americanos de anexação da Gronelândia e os três principais índices do país registaram ganhos superiores a 1%. 

"Foi mais uma semana agitada para os mercados e, mais uma vez, Donald Trump esteve no centro de tudo", afirma Fawad Razaqzada, da Forex.com, à Bloomberg. "Depois de os seus comentários sobre as tarifas alfandegárias no fim de semana terem inicialmente abalado o ânimo, os investidores adotaram uma abordagem mais cautelosa, em vez de entrarem em pânico. Essa paciência valeu a pena", acrescenta. 

O sentimento está ainda a ser impulsionado por uma revisão em alta da economia norte-americana no terceiro trimestre do ano passado, apoiada por exportações mais fortes. Entre julho e setembro de 2025, o PIB dos EUA cresceu 4,4% em termos homólogos - o maior avanços dos últimos dois anos. 

Entre as principais movimentações de mercado, a Netflix continua em queda, ao ceder 1,21% para 84,33 dólares, apesar de os seus resultados trimestrais até terem conseguido superar as expectativas dos analistas. Já a Nvidia, apoiada nos comentários do seu CEO, acelera mais de 1%. 

22.01.2026

Taxa Euribor desce a três, a seis e a 12 meses

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A taxa Euribor desceu esta quinta-feira a três, a seis e a 12 meses em relação a quarta-feira.

Com estas alterações, a taxa a três meses, que recuou para 2,030%, continuou abaixo das taxas a seis (2,149%) e a 12 meses (2,216%).

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, baixou, ao ser fixada em 2,149%, menos 0,007 pontos do que na quarta-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a novembro indicam que a Euribor a seis meses representava 38,6% do 'stock' de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.

Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,84% e 25,17%, respetivamente.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também caiu, para 2,216%, menos 0,012 pontos do que na sessão anterior.

No mesmo sentido, a Euribor a três meses recuou, ao ser fixada em 2,030%, menos 0,004 pontos.

Em relação à média mensal da Euribor de dezembro, esta voltou a subir a três, a seis e a 12 meses, mas de forma mais acentuada no prazo mais longo.

A média mensal da Euribor em dezembro subiu 0,006 pontos para 2,048% a três meses e 0,008 pontos para 2,139% a seis meses.

A 12 meses, a média mensal da Euribor avançou 0,050 pontos para 2,267%.

Na reunião de 18 de dezembro, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas diretoras, de novo, pela quarta reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou este ciclo de cortes, em junho de 2024.

A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 4 e 5 de fevereiro, em Frankfurt, Alemanha.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

22.01.2026

Europa negoceia em alta depois de Trump recuar nas tarifas. Ubisoft Entertainment tomba 30%

Os principais índices europeus negoceiam com fortes ganhos esta manhã e registam valorizações pela primeira vez em cinco dias, à medida que o sentimento dos investidores segue impulsionado pelas declarações do Presidente norte-americano no Fórum Económico Mundial em Davos.

O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – ganha 1,27%, para os 610,35 pontos, a maior subida intradiária do “benchmark” desde novembro.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX sobe 1,40%, o espanhol IBEX 35 avança 0,90%, o italiano FTSEMIB valoriza 0,95%, o francês CAC-40 soma 1,40%, ao passo que o britânico FTSE 100 pula 0,69%, sendo que o neerlandês AEX ganha 1,27%. A par destes índices, o "benchmark" dinamarquês OMX Copenhagen 25 chegou a registar ganhos de cerca de 2,50% esta manhã, estando a avançar mais de 1,30% neste momento.

Donald Trump recuou na ameaça de impor novas tarifas a oito países europeus a partir de 1 de fevereiro, dizendo mesmo quea, cujos detalhes ainda não são conhecidos. A par disso, uma série de resultados otimistas de cotadas do Velho Continente também estão a impulsionar a negociação a esta hora.

Um cabaz de ações de cotadas mais expostas ao comércio do Barclays — que inclui fabricantes de artigos de luxo e de automóveis — sobe a esta hora mais de 1,70%. Nesta medida, o setor automóvel (+2,30%) regista as valorizações mais expressivas, seguido pelas telecomunicações (+2,20%) e pelo setor tecnológico (+1,65%).

Já o setor da defesa segue particularmente penalizado, com as ações desta área a registarem a maior desvalorização das últimas cinco semanas depois de Trump ter dito que não irá recorrer ao uso de força militar na Gronelândia. A Rheinmetall e a Saab registam perdas de mais de 2%.

“O importante é realmente olhar além das manchetes geopolíticas e focar no panorama geral: o crescimento económico continua sólido, as pressões inflacionárias estão contidas e espera-se que as ações apresentem um crescimento de lucros de dois dígitos”, disse à Bloomberg Mathieu Racheter, da Julius Baer.

Entre os movimentos do mercado, a Volkswagen pula mais de 5%, após a empresa alemã ter registado um fluxo de caixa superior ao esperado na sua divisão automóvel. Por outro lado, a Ubisoft Entertainment afunda 30%. Isto depois de a empresa francesa de videojogos ter reduzido as suas previsões de lucros, enquanto anunciou o cancelamento da produção de seis videojogos.

22.01.2026

Juros da dívida aliviam

Os juros da dívida estão esta quinta-feira a aliviar em praticamente rodas as regiões geográficas, incluindo nas maiores economias da Zona Euro

As obrigações alemãs a dez anos, tidas como referência para o contexto europeu, estão a cair 1,4 pontos-base para uma taxa de 2,866%. Em França, a descida é de  2,8 pontos-base para 3,513%. Em Itália é mais acentuada, de 3,4 pontos-base, para 3,494%.

A “yield” das obrigações do Tesouro portuguesas a dez anos desce 2,7 pontos-base para 3,237%. Em Espanha, a tendência é idêntica, com uma redução de 2,6 pontos-base para 3,249%.

No Reino Unido, a taxa situa-se 4,422% com uma redução idêntica à de Itália – menos 3,4 pontos base. Nos Estados Unidos o recuo é de 0,6 pontos para 4,237%.

22.01.2026

Dólar ensaia recuperação

Câmbio de moedas com dólar, euro e franco suíço

A negociação do dólar segue estável nesta quinta-feira, com a "nota verde" a mostrar uma ligeira recuperação, depois do aliviar da tensão entre os EUA e a Europa relativamente à Gronelândia. Donald Trump, Presidente dos EUA, recuou na intenção de aplicar tarifas a oito países europeus e diz ter chegado a um

De recordar que o escalar da tensão entre os EUA e a Europa, no início da semana, fez mesmo o .

Neste contexto, o índice do dólar americano (DXY), que compara o valor da moeda norte-americana com outras divisas, avança 0,03% para os 98,7900 pontos.

Poucos minutos depois das 09:00 horas, o euro seguia a valorizar 0,03% para 1,1688 dólares e a libra segue um caminho oposto, recuando 0,07% para 1,3419 dólares. O dólar cede 0,24% para 0,7937 francos suíços. Por seu lado, o dólar recupera e avança 0,29% face à divisa japonesa, para 158,76 ienes.

Já noutros pares de câmbio, o euro avança 0,10% para 0,8711 libras e avança 0,32% para 185,58 ienes.

22.01.2026

Défice comercial do Japão cai 52% para 14,3 mil milhões de euros

 Sanae Takaichi, líder do Partido Liberal Democrático do Japão

O Japão registou em 2025 um défice comercial de 2,65 biliões de ienes (cerca de 14.322 milhões de euros), afirmou esta quinta-feira fonte do Governo, o que representa uma redução de 52,9% em relação ao ano anterior. Leia a notícia completa .

22.01.2026

Ouro recua com menor procura enquanto ativo-refúgio. Prata ganha terreno

ouro

O ouro está a negociar com perdas nesta quarta-feira, depois de ontem ter superado os 4.800 dólares por onça pela primeira vez. O metal amarelo segue a perder terreno com uma diminuição da procura enquanto ativo-refúgio, à medida que os “traders” avaliam uma diminuição das tensões entre os EUA e os países europeus.

A esta hora, o ouro recua 0,10%, para os 4.827,710 dólares por onça, tendo atingido um novo máximo histórico nos 4.888,420 dólares por onça no início da sessão de quarta-feira.

, dizendo mesmo que chegou a um princípio de acordo com a NATO sobre o futuro da Gronelândia. O ouro, visto como um ativo-refúgio durante períodos de instabilidade económica e geopolítica, subiu 64% em 2025 e já somou ganhos de cerca de 11% até agora em 2026.

Do lado da política monetária, os , num caso que coloca em risco a independência do banco central.

Nesta linha, a Fed deverá manter as taxas de juro de referência inalteradas ao longo deste trimestre e, possivelmente, até ao fim do mandato do presidente Jerome Powell, que termina em maio. O ouro costuma beneficiar de taxas diretoras mais baixas, por não render juros.

Já a prata está a recuperar terreno depois de perdas registadas no início da sessão e soma a esta hora 0,90%, para os 93.893 dólares por onça, aproximando-se novamente do recorde de 95,886 dólares por onça atingido durante a sessão de terça-feira. 

22.01.2026

Petróleo com perdas ligeiras. "Traders" pesam aumento dos "stocks" nos EUA contra declarações de Trump

Plataformas de petróleo sob céu de anoitecer

Os preços do petróleo seguem a negociar com perdas nesta quinta-feira, com os “traders” a avaliarem um aumento nos “stocks” de crude dos EUA, ao mesmo tempo que centram atenções na redução das tensões entre a maior economia mundial e os países europeus.

O West Texas Intermediate (WTI) - de referência para os EUA – recua 0,31%, para os 60,43 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – segue a desvalorizar 0,40% para os 64,98 dólares por barril.

Na quarta-feira, o Presidente norte-americano, Donald Trump, suavizou a retórica em torno da Gronelândia, descartando o uso da força e recuando nas ameaças de imposição de tarifas adicionais a oito países do Velho Continente. Estes fatores seguem a reduzir as perdas dos preços do barril de “ouro negro”.

Além disso, Trump disse acreditar que “estamos razoavelmente perto” de um acordo para acabar com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, acrescentando que se reuniria com o Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy durante esta quinta-feira.

Entre os dados do mercado petrolífero, a Agência Internacional de Energia reviu em alta as previsões para o crescimento da procura global de petróleo para 2026, no seu último relatório mensal divulgado ontem, sugerindo um excedente ligeiramente menor para o mercado este ano. Já os dados dos “stocks” de petróleo bruto dos EUA são, neste momento, o maior fator de pressão sobre os preços, já que aumentaram em cerca de 3,04 milhões de barris na semana terminada a 16 de janeiro, de acordo com dados do Instituto do Petróleo dos EUA.

22.01.2026

Bolsa de Lisboa com início de sessão forte. Construtoras saltam mais de 3%

Depois de três dias a abrir em baixa esta semana, a bolsa de Lisboa começa a sessão desta quinta-feira com um arranque forte, subindo, às 08:13 horas, 1,3% para os 8.574,75 pontos. A praça portuguesa acompanha assim a tendência positiva das congéneres europeias, com os investidores a mostrarem maior confiança depois do aliviar da tensão sobre a Gronelândia. Leia a notícia completa .  

22.01.2026

Declarações de Trump impulsionam ativos de risco. Ásia fecha em alta com impulso da IA

Bolsas asiáticas

Os principais índices asiáticos encerraram a sessão desta quinta-feira com ganhos em toda a linha, sendo que houve mesmo novos recordes entre as principais praças da região, com as cotadas ligadas à inteligência artificial a impulsionarem os ativos de risco, bem como os mais recentes comentários do Presidente dos EUA. Por cá, os futuros do Euro Stoxx 50 seguem a somar cerca de 1% apontando para uma abertura em alta.

Pelo Japão, o Nikkei pulou 1,73% e o Topix avançou 0,74%. O sul-coreano Kospi - índice com grande peso de cotadas ligadas à tecnologia e inteligência artificial – ganhou 0,87%, atingindo um novo máximo histórico já acima dos 5.019 pontos, ao passo que o índice de referência de Taiwan valorizou 1,60%, tendo também chegado a um novo recorde nos 31.890,62. Já pela China, o Hang Seng de Hong Kong ganhou ligeiros 0,080% e o Shanghai Composite somou 0,14%.

Os mercados bolsistas ganharam tração ao nível global depois de Donald Trump ter abandonado a ameaça de tarifas contra a Europa, aliviando as preocupações sobre uma nova guerra comercial, , apontando para um .

Também comentários do CEO da Nvidia, Jensen Huang, em Davos ajudaram a reforçar o entusiasmo dos investidores pela inteligência artificial. A Disco Corp, fornecedora da Nvidia, subiu 17% no Japão - depois de ter divulgado lucros trimestrais melhores do que o esperado devido ao aumento da procura por “hardware” relacionado com IA -, enquanto a sul-coreana Samsung Electronics avançou quase 2%. Já o SoftBank Group pulou mais de 11%.

O renovado apetite dos investidores por ativos de risco após as declarações do Presidente dos EUA reduziu a procura por ouro enquanto ativo-refúgio. Nesta linha, a chinesa a Zhongjin Gold, por exemplo, acompanhou a queda do metal amarelo e fechou o dia com perdas de 2,41%. Ainda pela China, as ações da Baidu subiram 3,45% e atingiram o nível mais alto desde fevereiro de 2023, com o foco dos investidores voltado para a conferência Wenxin Moment, que deve apresentar os últimos avanços no modelo de IA da empresa.

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