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Ao minuto28.09.2020

Europa recupera de semana negra com maior ganho em três meses

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

Reuters
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 28 de Setembro de 2020 às 17:34
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28.09.2020

Queda do dólar sustenta petróleo

As cotações do petróleo seguem em alta nos principais mercados internacionais.

 

Em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) para entrega em novembro avança 0,40% para 40,41 dólares por barril.

 

No mercado londrino, o Brent do Mar do Norte, crude de referência para as importações europeias, soma 0,76% para 42,24 dólares.

 

Apesar de a matéria-prima continuar pressionada pelos receios de uma nova quebra da procura, decorrente das novas restrições devido ao ressurgimento da covid-19, o facto de o dólar estar hoje a corrigir para a baixa está a ajudar, uma vez que o petróleo é denominado na nota verde e fica assim mais atrativo como investimento.

 

Ainda assim, as cotações do crude já estão longe dos máximos da sessão. "A procura não recuperou completamente e estamos numa altura em que o consumo tende a diminuir. É esta a maior preocupação dos mercados petrolíferos: a procura vai retomar?", comentou à Bloomberg o vice-presidente executivo da Confluence Investment Management, Bill O’Grady.

28.09.2020

Bolsas europeias com maior subida desde junho

As principais praças europeias estão a recuperar das fortes quedas da semana passada com a maior subida diária desde 16 de junho, num dia em que o setor da banca lidera o sentimento de correção.

O índice de referência para o continente, o Stoxx 600, subiu 2,2%, com os bancos do "velho continente" a escalarem 5,6%, depois do britânico HSBC ter registado o maior ganho desde 2009, graças ao aumento de participação de um investidor chinês.

Outros setores, como o das fabricantes automóveis (+3,7%) ou do turismo (+2,6%) registaram boas prestações. 

Por cá, o índice PSI-20 ganhou 2,33% para os 4.088,54 pontos na sessão desta segunda-feira, dia 28 de setembro, acompanhando os ganhos registados nas restantes praças do "velho continente". A bolsa nacional registou assim o ganho mais expressivo desde 16 de junho deste ano.

Com 14 cotadas em alta, três em queda e uma inalterada, o BCP destacou-se com um ganho de 4,17% para os 8,25 cêntimos por ação, naquela que foi a maior valorização diária desde o início de junho deste ano.

28.09.2020

Juros em queda ligeira

Os juros da dívida da generalidade dos países do euro desceram ligeiramente nesta primeira sessão da semana, marcada pelo otimismo dos investidores, que voltou a dar ganhos às ações.

Em Portugal, os juros das obrigações a dez anos recuaram 0,7 pontos base para 0,254%, enquanto em Espanha recuaram 0,1 pontos para 0,241%. Em Itália a descida foi de 0,7 pontos base para 0,876%.

Na Alemanha, pelo contrário, a yield da dívida a dez anos registou uma subida ligeira de 0,2 pontos base para -0,529%.

28.09.2020

Esperança em acordo dá impulso à libra

A moeda britânica reforçou os ganhos da manhã e segue a valorizar perto de 1% face ao dólar, com os investidores a reagirem de forma positiva aos comentários positivos em Bruxelas sobre a possibilidade de ser alcançado um acordo que regule a relação comercial entre a União Europeia e o Reino Unido a partir de 2021.

 

A libra avança 0,84% para 1,2853 dólares e valoriza 0,69% para 1,1031 euros. A moeda norte-americana está hoje a perder parte do terreno alcançado nas últimas sessões devido ao maior apetite dos investidores por ativos de risco. O euro valoriza 0,16% para 1,1649 dólares.

 

Decorre esta semana a nona e decisiva ronda de negociações entre Londres e Bruxelas para um acordo de comércio pós-Brexit, sendo crucial para concluir um acordo de comércio antes do Conselho Europeu de 15 de outubro. Meados de outubro é considerado o prazo para alcançar um entendimento, senão a ausência de um acordo resultará em tarifas aduaneiras no comércio entre o Reino Unido e o bloco europeu a partir de 1 de janeiro de 2021.

28.09.2020

Ouro recupera após tocar mínimo de dois meses

O ouro está a valorizar esta segunda-feira, depois de ter tocado no valor mais baixo dos últimos dois meses, nos 1.848,80 dólares.

O metal precioso, que completou na sexta-feira a maior queda semanal desde março, está assim a contrariar a evolução do dólar norte-americano, que perde valor numa altura em que os investidores estão otimistas e confiantes que o recente selloff nas ações já está ultrapassado.

A sessão está a ser de ganhos nos mercados acionistas, mas os especialistas alertam que deverá ser uma semana muito volátil, marcada pelo primeiro debate entre Donald Trump e Joe Biden, na terça-feira, e pelos dados do emprego nos Estados Unidos, na sexta-feira.

Nesta altura, o ouro sobe 0,46% para 1.870,37 dólares enquanto a prata soma 1,81% para 23,3025 dólares.

28.09.2020

Bolsas dos EUA arrancam a semana em alta

A bolsa em Nova Iorque abriu em alta, com os investidores a aproveitarem os "saldos" nos preços das ações, proporcionados pelo recente sell-off.

O generalista S&P500 avança 1,49% para os 3.346,73 pontos, o industrial Dow Jones ganha 1,61% para os 27.611,82 pontos e o Nasdaq sobe 1,37% para os 11.063,06 pontos.

"É difícil ficar demasiado pessimista", defende um analista da BlueBay Asset Management, pois "ao olharmos para 2021, o crescimento será mais forte, os governos vão manter o apoio e reforçar a despesa orçamental. A vacina também deverá ser distribuída e a vida retornará ao normal em meados do próximo ano".   

Em destaque está a empresa Uber, que valoriza 3,16% para os 35,55 dólares, no dia em que a Justiça britânica invalidou a decisão do regulador dos transportes de impedir a empresa de operar em Londres, este que é o maior mercado europeu para a empresa, e onde esta reúne 3,5 milhões de utilizadores e 45.000 motoristas.

28.09.2020

PSI-20 salta cerca de 2% com BCP a afastar-se de mínimos históricos

A bolsa nacional segue em alta, com o PSI-20 a somar 1,95% para os 4.073,60 pontos, depois de na semana passada ter fechado com o terceiro balanço mais negativo desde o início do ano.

 

A tendência positiva é partilhada com as principais praças europeias. A banca torna-se a protagonista do bom desempenho, saindo de mínimos de 1988 com uma salto de mais de 4%. Bons sinais da indústria chinesa também estão a ajudar ao sentimento.  

 

Em Lisboa, o BCP dá força ao PSI-20 com uma subida de 3,54% para os 8,2 cêntimos, depois de já ter avançado mais de 4,5%. O banco impõe-se no verde depois de ter sido noticiado pelo Expresso que este estará disponível para uma fusão com o Banco Montepio , sendo que essa disponibilidade já foi comunicada ao Governo.  

 

A instituição liderada por Miguel Maya sobe depois de ter terminado a semana passada abaixo do patamar dos 8 cêntimos por ação, tocando um mínimo histórico. 

 

Ainda a puxar pelo índice nacional estão as papeleiras e a Nos. O pódio dos ganhos é liderado pela Semapa, que soma 5,86% para os 7,59 euros e  é seguida pela Nos, que valoriza mais de 4,25% para os 3,04 euros.

28.09.2020

Europa volta em força ao verde com banca a liderar

As principais praças da Europa alinham-se em força no verde, num dia em que o setor da banca empresta músculo aos índices europeus.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, o Stoxx600, segue a subir 1,66% para os 361,42 pontos, a maior subida desde 7 de setembro. As principais bolsas do Velho Continente afirmam-se também acima da fasquia do 1% e, no caso do alemão Dax, os ganhos superam mesmo os 2%.

A contribuir para estas subidas estão sobretudo as cotadas do setor bancário, que registam uma soma de 4,10%, numa recuperação a pique desde os mínimos registados na última sessão, quando recuou a níveis de 1988.

O banco HSCB é a segunda cotada com o melhor desempenho a nível europeu, ao registar um salto de 11% nas ações. Esta instituição dispara depois de o seu maior acionista ter decido reforçar a sua posição. Esta decisão está a dar confiança aos investidores de que serão distribuídos dividendos.

Entre as empresas mais ganhadoras encontram-se mais dois bancos, o Standard Chartered e o Deutsche Bank, avançando ambos mais de 5%.

Ainda em destaque está a ArcelorMittal, que valoriza 7,78% depois de a Cleveland-Cliffs ter acordado a compra do negócio da empresa europeia nos Estados Unidos.

28.09.2020

Juros dos periféricos em queda à espera de Lagarde

No mercado de dívida soberana da Europa os juros as obrigações dos países periféricos estão a recuar, contrariando a evolução da taxa das bunds. Contudo as variações são pouco expressivas, numa altura em que os investidores as palavras de Christine Lagarde esta segunda-feira no Parlamento Europeu.

 

A segunda vaga de covid-19 na Europa aumentou a pressão para o Banco Central Europeu reforçar os estímulos à ainda debilitada economia europeia, sendo que esta segunda-feira Christine Lagarde poderá dar pistas sobre se o banco central vai avançar com mais estímulos até ao final do ano.

 

A taxa das obrigações portuguesas a 10 anos desce 0,9% para 0,252%, muito perto de mínimos de fevereiro. Na dívida espanhola com a mesma maturidade a descida também é de 0,9 pontos base, para 0,234%. Já nas bunds a 10 anos assiste-se a um ligeiro agravamento de 0,6 pontos base, para -0,524%, uma taxa que persiste abaixo da taxa de depósitos do BCE.    

28.09.2020

Ouro consolida abaixo dos 1.900 dólares

O ouro negoceia estável no arranque da semana, numa altura em que o dólar também regista variações pouco expressivas. O metal precioso tem transacionado abaixo dos 1.900 dólares desde que perdeu esta barreira e esta segunda-feira desce 0,06% para 1.860,48 dólares no mercado à vista em Londres. É a quinta sessão em terreno negativo nas últimas seis.  

 

28.09.2020

WTI abaixo dos 40 dólares com receios sobre crescimento

O petróleo persiste em terreno negativo nos mercados internacionais já que os investidores continuam pessimistas com a evolução da procura da matéria-prima. O WTI, negociado em Nova Iorque, desce 0,84% para 39,91 dólares e o Brent, que transaciona em Londres, recua 0,72% para 41,62 dólares.

 

A matéria-prima concluiu na sexta-feira a terceira queda semanal em quatro semanas na sexta-feira devido aos receios sobre o crescimento do outlook da procura em resposta ao aumento de casos de covid-19 um pouco por todo o mundo. "Os investidores tornaram-se mais cautelosos no geral (…) uma vez que as recentes subidas de casos de coronavírus aumentaram as questões sobre o que é que uma segunda vaga pode significar para a economia mundial e a procura de recursos", disse Colin Cieszynski, estratega-chefe de mercado da SIA Wealth Management, citado pela Dow Jones.

 

28.09.2020

Libra valoriza no arranque de semana decisiva para acordo pós-Brexit

A moeda britânica negoceia em alta no arranque duma semana que pode ser decisiva para o relacionamento futuro entre o Reino Unido e a União Europeia, já que decorre em Bruxelas a nona ronda de negociações entre as equipas dos dois lados, que é vista como crucial para concluir um acordo de comércio antes do Conselho Europeu de 15 de outubro.

Se as negociações entre Michel Barnier e David Frost derem frutos até sexta-feira, seguem-se depois duas semanas de intensas discussões, de modo a que seja possível colocar o acordo no papel a tempo de ser aprovado no Conselho Europeu de 15 de outubro.

Fonte dos dois lados, segundo a Bloomberg, mostam-se "cautelosamente otimistas", o que está a dar à libra um arranque de semana positivo. A moeda britânica sobe 0,27% para 1,278 dólares e ganha 0,3% para 1,0988 euros.

No câmbio contra o dólar a moeda europeia segue estável (-0,02% para 1,1629 dólares).

28.09.2020

Economia chinesa convida bolsas a subirem

As ações na Ásia subiram no arranque da semana, e a Europa e os Estados Unidos preparam-se para enveredar pelo mesmo caminho, de acordo com os futuros. A devolver a esperança aos investidores em contexto agravado de pandemia está a economia chinesa, que dá sinais de recuperação.

Os títulos acionistas mostraram ganhos em Seul, Tóquio e Hong Kong. Em Nova Iorque, o S&P500 sinaliza querer mover-se na mesma direção e, na Europa, os futuros do Stoxx 50 estão mesmo a disparar quase 2%.

As ações a nível global mantêm-se prontas a fechar o primeiro mês com saldo negativo desde março, pressionadas pelo crescente número de casos de coronavírus em todo o mundo.  Contudo, a China veio animar ao revelar, durante o fim de semana, que as empresas do setor industrial do país lucraram pelo quarto mês consecutivo em agosto.

"Os dados são um bom augúrio para a história de crescimento da China", afirmou um analista da AxiCorp, em declarações à Bloomberg.

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