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Ao minuto02.12.2022

Europa no vermelho mas sem retirar sétimo ganho semanal ao Stoxx 600. Juros agravam

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta sexta-feira.

02.12.2022

Dia de perdas não retira sétimo ganho semanal ao Stoxx 600

Os dados do emprego nos Estados Unidos (EUA) derrubaram as principais bolsas de valores mundiais mas, ainda assim, na Europa, não foram suficientes para impedir mais um ganho semanal do índice Stoxx 600.

O "brenchmark" do bloco, que agrega as principais empresas europeias, acumulou 0,6% na sua sétima semana de ganhos. Ainda assim, nesta sexta-feira, o índice caiu 0,15%, com os investidores receosos de que os números robustos do emprego norte-americano mantenham a Fed na sua trajetória de aperto monetária, numa altura em que a Reserva Federal já sinalizava a possibilidade de abrandar o ritmo da subida das taxas de juro.

Entre os setores que mais pesaram, destaca-se o das petrolíferas, que caiu 1,06%, mesmo estando esta tarde o petróleo a negociar com ganhos ligeiros nos principais mercados. Por outro lado, o setor do imobiliário liderou os ganhos, ao avançar 1,34%.

Já entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax foi o único que destou do resto do bloco, ao avançar 0,27%. O francês CAC-40 desvalorizou 0,17%, o italiano FTSEMIB perdeu 0,26%, o britânico FTSE 100 cedeu 0,03% e o espanhol IBEX 35 desceu 0,3%. Em Amesterdão, o AEX registou um decréscimo de 0,1%.

"Os números de hoje [do emprego dos EUA] são uma faca de dois gumes: por um lado, mostram uma economia saudável", indicou Sophie Lund-Yates, analista da Hargreaves Lansdown. "Ao mesmo tempo, um mercado de trabalho robusto alimenta as preocupações inflacionárias e será levado em consideração pela Fed na próxima reunião."

02.12.2022

Juros agravam-se na Zona Euro

Os juros da dívida soberana na Zona Euro seguem a agravar-se, com Itália a ser a que maior agravamento vê. 

A "yield" das Bunds alemãs com maturidade a dez anos sobe 4,1 pontos base para 1,846%, enquanto os juros da dívida pública italiana aumentam 6,4 pontos base para 3,750%. 

Já os juros da dívida soberana francesa crescem 4,5 pontos base para 2,303%, ao passo que a "yield" da dívida espanhola sobe 5 pontos base para 2,847%. Os juros da dívida portuguesa, por sua vez, valorizam 5 pontos base para 2,771%. 

Fora da Zona Euro, os juros da dívida britânica sobem 4,8 pontos base para 3,142%.

02.12.2022

Petróleo com poucas mexidas à espera da OPEP

Ganhos anuais são pouco expressivos e o petróleo corre o risco de fechar o ano com saldo negativo.

Os preços do petróleo seguem mistos esta sexta-feira mas com poucas variações. Ainda assim, o crude está a um passo de somar o maior ganho semanal em quase dois meses, beneficiando do aligeirar das medidas da política zero covid na China e com os investidores a aguardarem pela reunião da OPEP este fim de semana.

Os mercados aguardam ainda um acordo dos Estados-membros da UE para aplicar um limite máximo ao preço do petróleo russo, faltando ainda o "sim" da Polónia. 

Os contratos para entrega em fevereiro do Brent deslizam 0,08%, para os 86,81 dólares por barril.

Já em Nova Iorque, os contratos de janeiro do West Texas Intermediate (WTI) sobem 0,21%, para 81,39 dólares por barril.

02.12.2022

Emprego nos EUA pressiona ouro. Dólar avança

O ouro segue a desvalorizar, numa altura em que o dólar ganhou nova força após a divulgação dos dados do emprego nos Estados Unidos. Os números hoje divulgados indicam que o mercado de trabalho está mais robusto do que o previsto, abrindo a porta à continuação do ritmo das subidas das taxas de juro por parte da Fed. 

A perspetiva beneficiou o dólar e colocou o metal amarelo a cair, uma vez que os dois ativos-refúgio têm uma correlação negativa. 

O ouro perde 1,04% para 1.784,28 dólares por onça, ao passo que a platina cede 2,85% para 1.015,16 dólares e o paládio recua 2,95% para 1.886,59 dólares. Já a prata cai 0,66% para 22,61 dólares.

Quanto ao índice dólar da Bloomberg - que compara a força da moeda norte-americana contra dez divisas rivais - avança 0,47% para os 105,201 pontos, tendo recuperado de alguma das perdas registadas ontem. 

O euro desvaloriza 0,46% face à nota verde, estando um euro a valer 1.0472 dólares.

02.12.2022

Wall Street cede após divulgação de dados do emprego

As bolsas norte-americanas arrancaram a negociação em terreno negativo, pressionadas pelos dados do emprego em novembro nos Estados Unidos.

O Departamento de Estatísticas do Trabalho divulgou que foram criados 263 mil postos de trabalho, acima das previsões dos analistas, o que mostra que o mercado de trabalho continua robusto apesar das sucessivas subidas das taxas de juro.

Os números intensificaram as preocupações de que a Fed poderá manter durante mais tempo uma política monetária mais agressiva, quando já se antecipava que pudesse estar perto um abrandamento do ritmo das subidas das taxas de juro. 

O "benchmark" S&P 500 perde 0,95% para 4.037,64 pontos, ao passo que o industrial Dow Jones cede 0,75% para 34.136,28 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite recua 1,21% para 11.344,01 pontos.

Num discurso, esta quarta-feira, o presidente da Fed, Jerome Powell, admitiu que "faz sentido abrandar o ritmo" da subida da taxa de juro de referência nos EUA, contudo, assumiu também a necessidade de continuar o aumento até que a inflação volte aos 2%.

02.12.2022

Taxas Euribor sobem a três e a seis meses e caem a 12 meses

As taxas Euribor subiram hoje a três e seis meses e desceram a 12 meses face a quinta-feira.

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação e que entrou em terreno positivo em 06 de junho, avançou hoje, para 2,406%, mais 0,001 pontos, depois de ter subido em 29 de novembro para 2,442%, um novo máximo desde janeiro de 2009.

A média da Euribor a seis meses subiu de 1,997% em outubro para 2,321% em novembro.

A Euribor a seis meses esteve negativa durante seis anos e sete meses (entre 06 de novembro de 2015 e 03 de junho de 2022).

A Euribor a três meses, que entrou em 14 de julho em terreno positivo pela primeira vez desde abril de 2015, também subiu hoje, ao ser fixada em 1,975%, mais 0,003 pontos, contra 1,984% em 29 de novembro, um novo máximo desde fevereiro de 2009.

A taxa Euribor a três meses esteve negativa entre 21 de abril de 2015 e 13 de julho último (sete anos e dois meses).

A média da Euribor a três meses subiu de 1,428% em outubro para 1,825% em novembro.

Em sentido contrário, no prazo de 12 meses, a Euribor caiu hoje, ao ser fixada em 2,811%, menos 0,031 pontos que na quinta-feira, contra 2,892% em 28 e 29 de novembro, um máximo desde janeiro de 2009.

Após ter disparado em 12 de abril para 0,005%, pela primeira vez positiva desde 05 de fevereiro de 2016, a Euribor a 12 meses está em terreno positivo desde 21 de abril.

A média da Euribor a 12 meses avançou de 2,629% em outubro para 2,828% em novembro.

As Euribor começaram a subir mais significativamente desde 04 de fevereiro, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras este ano devido ao aumento da inflação na zona euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro.

Em 27 de outubro, com o objetivo de travar a inflação, o BCE subiu as três taxas de juro diretoras em 75 pontos base, o terceiro aumento consecutivo deste ano, depois de em 21 de julho ter subido em 50 pontos base as três taxas de juro diretoras, a primeira subida em 11 anos, e em 08 de setembro em 75 pontos base.

A evolução das taxas de juro Euribor está intimamente ligada às subidas ou descidas das taxas de juro diretoras do BCE.

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses registaram mínimos de sempre, respetivamente, de -0,605% em 14 de dezembro de 2021, de -0,554% e de -0,518% em 20 de dezembro de 2021.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

02.12.2022

Europa no vermelho, depois de tocar em máximos de seis meses

Depois de ter encerrado esta quinta-feira no valor mais alto em seis meses, as principais praças do Velho Continente estão hoje a negociar em terreno negativo.

O Stoxx 600 - índice de referência para a região - perde 0,4% para 442,2 pontos, descendo assim do valor mais alto desde 6 de junho, mas a caminho do sétimo ganho semanal - a maior série desde abril de 2021. A liderar as perdas está o setor do petróleo e gás que recua 1,82%, seguido de perto pelo setor mineiro que desvaloriza 0,9%.

"O mercado está a ter um 'rally' de alívio que está a ir longe de mais, com demasiado otimismo, por isso para dezembro esperamos um mercado com oscilações fixas", explicou o analista Ricardo Gil, da Trea Asset Management, à Bloomberg.

"Há demasiada complacência", concluiu.

Nas praças europeias, o alemão Dax desliza 0,11%, o francês CAC-40 desvaloriza 0,45%, o espanhol IBEX recua 0,53%, o italiano FTSE MIB cede 0,31% e o AEX, em Amesterdão, perde 0,29%. Já o britânico FTSE 100 regista uma queda de 0,48%.

02.12.2022

Juros aliviam na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas dos países da Zona Euro a dez anos estão a aliviar, horas antes de um discurso por parte da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, semanas antes da decisão de política monetária do BCE, a 15 de dezembro.

A "yield" das Bunds alemãs recua 2,6 pontos base para 1,78%, enquanto os juros da dívida italiana descem 1,4 pontos base para 3,673%.

Já os juros da dívida pública francesa aliviam 2,3 pontos base para 2,236%, enquanto os da dívida espanhola decrescem 1,8 pontos base para 2,779%.

A "yield" da dívida portuguesa, por sua vez, desvaloriza 2,6 pontos base para 2,694%.

02.12.2022

Dólar recua e caminha para segunda semana de perdas

O dólar norte-americano acumula uma valorização de 22% face ao iene, 13% em relação ao euro e 6% contra as pares dos emergentes desde o início do ano.

O dólar está a desvalorizar e a caminho da segunda semana de perdas, num dia em que os investidores aguardam a divulgação do número de postos de trabalho criados em novembro, bem como a taxa de desemprego nos Estados Unidos.

A nota verde recua 0,05% para 0,9501 euros. Já o índice dólar da Bloomberg - que compara à força da moeda norte-americana contra dez divisas rivais - perde 0,2% para 104,518 pontos.

"É provável que o dólar negoceie em baixa a longo-prazo considerando que vamos começar a ver o fim da subida das taxas de juro pela Fed", explicou o analista Ayako Sera, do banco Sumitomo Mitsui Trust, à Bloomberg.

"Têm havido imensos dados positivos para do dólar, incluindo a elevada inflação e o forte emprego, mas os investidores estão incertos sobre quando tempo podem ainda durar", rematou.

02.12.2022

Ouro recua ligeiramente, mas está ainda acima dos 1.800 dólares

O ouro está a recuar ligeiramente, depois de ter subido mais de 2% esta quinta-feira, e vai ainda negociando acima da barreira dos 1.800 dólares por onça, algo que não acontecia desde meados de agosto.

O metal precioso já subiu mais de 2,4% esta semana, tendo estado a beneficiar da queda do dólar, mas cede agora 0,07% para 1.801,83 dólares por onça.

02.12.2022

Petróleo e gás desvalorizam, mas com ganho semanal em vista

O petróleo está a desvalorizar ligeiramente, mas ainda assim a caminho do maior ganho semanal em dois meses, a beneficiar de uma acalmia das regras de combate à covid-19 na China, bem como um dólar mais fraco.

O West Texas Intermediate (WTI), referência para os Estados Unidos, recua 0,27% para 81 dólares por barril, ao passo que o Brent do Mar do Norte, referência para as importações europeias, cede 0,09% para 86,8 dólares por barril.

Os ganhos do petróleo nos últimos dias têm sido justificados em larga medida pela aproximação de um consenso na União Europeia relativamente ao tecto a ser aplicado ao petróleo russo. De acordo com o que noticiou a Reuters, esta quinta-feira esse valor deverá ser definido nos 60 dólares por barril.

Ao mesmo tempo, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo vai realizar uma reunião este fim de semana para decidir a produção de crude, bem como as perspetivas para os próximos meses.

No mercado do gás, os futuros estão a perder ligeiramente, embora a matéria-prima esteja a caminho de um ganho semanal. A influenciar a negociação estão as temperaturas mais frias que estão a ser sentidas por toda a Europa e que vão assim testar a capacidade do mercado de ir ao encontro da procura.

O gás para entrega em um mês negociado em Amesterdão (TTF), referência para o mercado europeu, recua 0,2% para 138,95 euros por megawatt.

02.12.2022

Ásia passa de melhor dia em 2 anos para queda ligeira. Europa deve abrir a desvalorizar

As principais praças europeias estão a apontar para uma queda ligeira, após esta quinta-feira, o índice de referência Stoxx 600 ter registado o valor mais alto em quase seis meses.

Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 recuam 0,2%.

Na Ásia, a negociação foi negativa, depois das praças da região terem registado máximos de dois anos. Ainda assim, é esperado o quinto ganho semanal consecutivo.

A pautar a negociação continua a estar a política da China relativa à covid-19, numa altura em que os investidores aguardam mais decisões pelo caminho a seguir pelo presidente do país.

Pela China, o Xangai cedeu 0,3%, enquanto em Hong Kong, o Hang Seng desceu 0,7%. Pelo Japão, o Topix caiu 1,7% e o Nikkei perdeu 1,9%. Já na Coreia do Sul, o Kospi desvalorizou 1,5%.

Esta sexta-feira os investidores vão estar a avaliar o "estado de saúde" do trabalho no outro lado do Atlântico. Nos Estados Unidos é divulgado o número de postos de trabalho criados em novembro, assim como a taxa de desemprego, indicadores de extrema importância para medir a temperatura à economia.

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