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Ao minuto12.02.2024

Europa no verde com investidores otimistas quanto a corte dos juros

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta segunda-feira.

Brendan Mcdermid/Reuters
12.02.2024

Europa no verde com investidores otimistas quanto a corte dos juros

As bolsas europeias terminaram a sessão desta segunda-feira com ganhos, com os investidores mais otimistas quanto a um corte dos juros nos próximos meses.

O Stoxx 600, referência para a região, subiu 0,54% para 487,46 pontos. Dos 20 setores que compõem o índice, os do imobiliário e do retalho foram os que mais valorizaram, com ganhos de 1,46% e 1,37%, respetivamente.

Nas principais praças europeias, o alemão Dax30 ganhou 0,65%, o francês CAC-40 valorizou 0,55%, o espanhol Ibex 35 subiu 0,89%, o italiano FTSE Mib registou ganhos de 0,96%, o britânico FTSE 100 cresceu 0,01% e o Aex, em Amesterdão, avançou 0,37%.

O entusiasmo na Europa acentuou-se depois de Fabio Panetta, membro do Banco Central Europeu (BCE), ter, durante o fim de semana, dito que o banco central terá de começar a descer os juros em breve. Ao mesmo tempo, os investidores esperam que a inflação nos Estados Unidos, que será divulga na terça-feira, mostre um novo abrandamento dos preços em janeiro.

"A trajetória da inflação é clara, está a descer. O que é claro agora é que as taxas de juro estão demasiado elevadas", afirmou Dan Scott, da Vontobel Multi Asset, à Bloomberg.

12.02.2024

Juros aliviam na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro aliviaram esta segunda-feira, o que sinaliza uma maior aposta dos investidores em obrigações. Isto num dia em que os investidores digerem as mais recentes declarações de membros do Banco Central Europeu (BCE) e que tentam perceber quando começará a autoridade monetária a cortar os juros.

A "yield" da dívida pública portuguesa com maturidade a dez anos desce 3,5 pontos base para 3,149% e a da dívida soberana alemã, com o mesmo prazo, alivia 2 pontos para 2,358%.

A rendibilidade da dívida italiana cede 5,7 pontos base para 3,902%, a da dívida francesa alivia 2,9 pontos para 2,859% e a da dívida espanhola desce 4,7 pontos para 3,316%. 

Fora da Zona Euro, os juros das Gilts britânicas cedem 2,8 pontos base para 4,052%.

12.02.2024

Petróleo volátil em sessão de sobe-e-desce

A produção pela OPEP+ é um fator chave para os preços.

As cotações do "ouro negro" seguiam a perder mais de 1% ao início da tarde, mas estão agora a recuperar das perdas – e nos EUA já seguem mesmo em terreno ligeiramente positivo.

 

A fazer cair os preços na primeira parte da sessão esteve sobretudo a tomada de mais-valias, depois dos bons ganhos – acima de 6% – em Londres e Nova Iorque na semana passada.

 

Por outro lado, as tensões no Médio Oriente prosseguem e os houthis do Iémen atacaram mais uma embarcação no mar Vermelho, o que contribuiu para uma retoma dos preços.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, segue a somar 0,09% para 76,91 dólares por barril.

 

Já o Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua ainda 0,27% para 81,97 dólares.

 

Na semana passada, os principais fatores que motivaram as subidas de preços foram as ameaças persistentes às embarações no mar Vermelho, os ataques ucranianos a refinarias russas e o encerramento de refinarias norte-americanas para manutenção – tudo isto fazendo apertar mais a oferta.

12.02.2024

Dólar avança ligeiramente e ouro sai penalizado. Inflação nos EUA em foco

A incerteza exige cobertura de risco. E é aí que o ouro mais brilha, enquanto ativo-refúgio.

O ouro segue a negociar em baixa esta segunda-feira, com o centro das atenções a virar-se para os primeiros dados da inflação de janeiro nos Estados Unidos e para um conjunto de discursos de membros da Reserva Federal.

O ouro recua 0,35% para 2.017,38 dólares por onça.

Os analistas ouvidos pela Reuters esperam uma aceleração mensal dos preços de 0,2%, depois de uma descida de 0,3% em dezembro, o que deverá sustentar uma subida de corte de juros pela Fed em maio. A inflação subjacente deverá subir 0,3% em termos de variação mensal, mantendo-se inalterada face a dezembro.

"O ouro tem registado uma evolução praticamente nula dos preços nas sessões mais recentes, numa altura em que os mercados anseiam por maior clareza relativamente ao caminho de corte de juros pela Reserva Federal", afirmou à Reuters Han Tan, analista do Exinity Group.

A penalizar o metal amarelo está uma ligeira subida do dólar. A divisa norte-americana soma 0,12% para 0,9284 euros.

Já o índice do dólar da Bloomberg - que mede a força da "nota verde" contra 10 divisas rivais - avança 0,06% para 104,174 pontos.

A falta de divergência entre a Reserva Federal, o Banco Central Europeu e outros bancos centrais tem sido um dos impeditivos de valorização do dólar e tem deixado a "nota verde" a negociar com variações limitadas, explicou à Reuters Simon Harvey, analista da Monex Europe.

12.02.2024

Wall Street de "ressaca" de máximos do S&P 500 abre sem tendência definida

Wall Street viveu, nos últimos dias, alguns dos dias mais “negros” da sua história.

Depois de uma semana de sonho em que o S&P 500 encerrou a sessão de sexta-feira acima dos 5.000 pontos pela primeira vez na sua história, os principais índices em Wall Street abriram sem tendência definida.

Os investidores viram as atenções para um conjunto de dados económicos nos Estados Unidos, incluindo a inflação e os preços no produtor, à procura de indicadores mais expressivos que possam dar mais clareza sobre o caminho da política monetária a seguir pela Reserva Federal.

O S&P 500 está inalterado nos 5.026,53 pontos, mantendo-se acima dos 5.000 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite avança 0,03% para 15.994,61 pontos, enquanto o industrial Dow Jones cede 0,02% para 38.677,84 pontos.

Os três principais índices registaram a quinta semana de ganhos consecutiva, com os bons resultados das cotadas a sobreporem-se às preocupações em torno da política monetária e da exposição dos bancos regionais ao imobiliário comercial.

Os dados mais robustos e os comentários mais "hawkish" dos banqueiros centrais sobre a economia norte-americana levaram os "traders" a reavaliar o "timing" dos cortes de juros pela Reserva Federal. As probabilidade de um corte dos juros diretores em 25 pontos base em maio passaram de 95% no início do ano para os atuais 63%, segundo a Reuters.

12.02.2024

Máximos históricos do S&P 500 dão alento às bolsas europeias. Tod's pula 19%

Os principais índices europeus foram buscar otimismo aos Estados Unidos - onde o "benchmark" mundial, S&P 500, encerrou em máximos históricos, pela primeira vez na sua história acima dos cinco mil pontos - e vão também negociando em alta.

O índice de referência europeu, Stoxx 600, soma 0,37% para 486,64 pontos. À exceção da tecnologia que desliza muito ligeiramente, os restantes setores negoceiam em terreno positivo.

Entre os principais movimentos de mercado está a venda da empresa de refinação Saras, pela família do multimilionário italiano Massimo Moratti, à gigante de "trading" Vitol num acordo que avalia a empresa nos 1,7 mil milhões de euros. A Saras cai 5%.

Numa outra aquisição as ações da Tod's pulam mais de 19%, depois de a L Catterton ter anunciado que pretende adquirir 36% da empresa italiana, retirando-a de bolsa. Um acordo que teve o aval da família fundadora da Tod's, os Della Valle. 

O "rally" nos mercados acionistas europeus está novamente a ganhar tração, com os investidores a ganharem impulso de uma época de resultados positiva.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax soma 0,37%, o francês CAC-40 valoriza 0,44%, o italiano FTSEMIB ganha 0,79% e o espanhol IBEX 35 sobe 0,61%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,17%.

O britânico FTSE 100 desliza 0,02% e em Lisboa o PSI soma 0,56%.

12.02.2024

Juros aliviam na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro aliviam esta segunda-feira, com os investidores a avaliarem as declarações do membro do Banco Central Europeu, Fabio Panetta, que afirmou este fim de semana que o período para o corte das taxas de juro "está a aproximar-se rapidamente".

A "yield" da dívida pública portuguesa com maturidade a dez anos desce 2 pontos base para 3,164% e a das Bunds alemãs com o mesmo prazo, referência para a região, recua 1,4 pontos para 2,364%.

A rendibilidade da dívida italiana decresce 3,3 pontos para 3,927%, a da dívida francesa desce 1,8 pontos para 2,869% e a da dívida espanhola recua 2,7 pontos para 3,335%.

Fora da Zona Euro, a "yield" das Gilts britânicas aliviam 1,3 pontos base para 4,067%.

12.02.2024

Dólar sem tendência definida. Aguarda números da economia dos EUA

O euro acumula um ganho de 2,57% face ao dólar desde o início do ano, apesar da retoma da divisa dos EUA nas últimas semanas.

O dólar está a negociar sem tendência definida esta segunda-feira, num dia em que as praças asiáticas se encontram encerradas devido a feriado, que leva a que o volume de negociação seja menor.

Os olhos dos investidores estão virados para os números da economia norte-americana que serão conhecidos esta semana, em particular a inflação.

A divisa norte-americana soma 0,08% para 0,928 euros. O índice do dólar da Bloomberg - que mede a força da "nota verde" contra 10 divisas rivais - desliza 0,03% para 104,082 pontos.

12.02.2024

Ouro inalterado com estatísticas nos EUA e discurso de membros da Fed a centrarem atenções

Apesar da fraca procura por ouro no último ano, um dólar mais fraco poderá alterar esta situação.

O ouro está a negociar praticamente inalterado, numa altura em que os investidores aguardam os números da inflação nos Estados Unidos, que serão conhecidos esta terça-feira, bem como comentários de membros da Reserva Federal.

O ouro desliza 0,04% para 2.032,52 dólares por onça.

"O posicionamento é neutro e se os dados se deteriorarem tirando força ao dólar e se as perspetivas de cortes de juros nos EUA se adensarem, o ouro vai brilhar outra vez", disse á Reuters Kyle Rodda, analista da Capital.com.

"O grande risco desta semana é o índice de preços no consumidor - que se for mais alto do que o esperado poderia pressionar o metal até aos dois mil dólares por onça", completou.

12.02.2024

Petróleo recua após Israel afirmar que "concluiu" uma vaga de ataques a Gaza

O “ouro negro” teve um primeiro semestre negativo. A segunda metade do ano é ainda uma incógnita.

Os preços do petróleo abriram ligeiramente em baixa esta segunda-feira, depois de Israel ter afirmado que "concluiu" uma vaga de ataques aéreos em Gaza, acalmando algumas das preocupações relativamente a disrupções no fornecimento de crude no Médio Oriente.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, recua 0,35% para 76,57 dólares por barril e o Brent do Mar do Norte, referência para as importações europeias, cede 0,34% para 81,91 dólares por barril.

Os riscos geopolíticos, que incluem os receios de uma escalada do conflito em Gaza ao resto da região têm sustentado os ganhos dos preços do petróleo. Na semana passada os preços subiram mais de 6%.

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