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Ao minuto13.06.2022

Stoxx 600 no nível mais baixo em 15 meses. Juros de Itália acima dos 4% pela primeira vez em 8 anos e meio

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta quinta-feira.

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13.06.2022

Europa cede com receios de recessão. Stoxx 600 no nível mais baixo desde março de 2021

As bolsas europeias encerraram em baixa, com os investidores a recearem que a forte subida da inflação, especialmente na Europa e EUA, alimente uma política monetária mais agressiva por parte dos bancos centrais – aumentando assim os riscos de uma recessão.

 

O Stoxx 600, que é o índice de referência do Velho Continente, encerrou a cair 2,41% para 412,52 pontos – naquele que é o valor mais baixo desde março do ano passado.

 

Os setores que mais pressionaram foram os das viagens & lazer, automóvel e tecnológico.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax cedeu 2,43%, o francês CAC-40 desvalorizou 2,67%, o espanhol IBEX 35 caiu 2,47, o italiano FTSEMIB recuou 2,79% e o britânico FTSE 100 perdeu 1,53%. Em Amesterdão, o AEX registou um decréscimo de 3%.

13.06.2022

Juros disparam na Zona Euro

Os juros da dívida soberana na Europa seguem em alta, devido à falta de clareza sobre como o Banco Central Europeu (BCE) vai lidar com o aumento dos custos de financiamento, numa região com a dívida de maior risco.

 

As yields da dívida italiana a 10 anos dispararam 24 pontos base para 4,005% – desde janeiro de 2014 que não superavam os 4%.

 

Isso fez aumentar o prémio sobre as obrigações alemãs a 10 anos para 240 pontos base – um barómetro-chave para a zona euro.

 

Os corretores estão a apontar para que o BCE suba os juros diretores em 171 pontos base até ao final do ano (contra a aposta em 140 pontos base antes da última decisão de política monetária).

 

Já os juros da dívida portuguesa a 10 anos seguem a somar 20,1 pontos base para 2,977%.

 

Em Espanha, também no vencimento a 10 anos, as "yields" sobem 20,7 pontos base, para 2,975%.

 

As "yields" das Bunds alemãs a 10 anos, referência para a Europa, acompanham o movimento de subida, a ganharem 10,6 pontos base para 1,617%.

13.06.2022

Dólar mais forte e subida dos juros afundam ouro

O metal amarelo está a negociar em ligeira baixa, pressionado pela valorização do dólar e pela subida dos juros das obrigações nos EUA.

 

O ouro a pronto (spot) cede 2,17% para 1.830,30 dólares por onça no mercado londrino de metais (LME).

 

Já no mercado nova-iorquino (Comex) os futuros do ouro recuam 2,06% para 1.833 dólares por onça.

 

A robustez do dólar continua a pressionar o ouro – que é denominado na nota verde, pelo que, quando o dólar valoriza, fica menos atrativo como investimento alternativo para quem negoceia com outras moedas.

 

A pesar no metal amarelo está também a "yield" da dívida norte-americana a 10 anos, que continua a subir, aumentando o custo de oportunidade de deter ouro (já que o metal amarelo não remunera juros).

13.06.2022

Inflação e covid na China quebram petróleo

Petróleo

Os preços do "ouro negro" seguem em queda, com a ressurgência de casos de covid-19 na China a suscitar receios de novos confinamentos e queda da procura.

 

Também os elevados níveis da inflação – nos EUA ficou acima do esperado – estão a intensificar a especulação de que poderá haver um endurecimento adicional da política monetária dos bancos centrais, com mais aumentos dos juros directores, o que cria receios em torno da procura.

 

No entanto, a oferta apertada de crude a nível mundial está a conter as perdas da matéria-prima.

 

Em Londres, o contrato de agosto do Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a cair 0,72% para 121,13 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, cede 0,73% para 119,79 dólares por barril.

13.06.2022

Dólar sobe com menor apetite pelo risco. Iene recupera de mínimos de 1998

O dólar está a ganhar força com as políticas da Reserva Federal, já o euro continua a negociar em mínimos de cinco anos face ao “green cash”. Mercado aponta para cenário de paridade.

A nota verde segue a ganhar terreno, animado pelo facto de os investidores estarem a preferir valores considerados mais seguros devido aos receios de desaceleração do crescimento económico mundial e à especulação de que a Fed irá subir ainda mais os juros diretores.

 

O índice do dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana face a um cabaz de seis grandes pares, sobe 0,4% para 104,83 pontos.

 

Uma das divisas que está a ceder face à divisa norte-americana é o euro, que segue a perder 0,69% para 1,0442 dólares.

 

Por seu lado, o iene está a recuperar face ao dólar, depois de ter atingido mínimos de 1998. A moeda nipónica encontrou algum suporte nos comentários de um porta-voz governamental, que disse que as autoridades estão preocupadas com a recente queda do iene e que estão preparadas para "responder adequadamente" se necessário.

 

A divisa japonesa segue a somar 0,6% face à homóloga norte-americana, para 133,58 ienes por dólar.

13.06.2022

Wall Street no vermelho. S&P 500 a caminho de "bear market"

As bolsas de Wall Street acompanharam o sentimento dominantes dos mercados mundiais e arrancaram a sessão de negociação desta segunda-feira em terreno negativo.

O índice industrial Dow Jones cedia 1,80% para 30.829,23 pontos e o Standard & Poor’s 500 recua 2,23% para3.813,83 pontos. Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite desvaloriza 2,51%, fixando-se nos 11.055,10 pontos.

O S&P 500 está a caminho do "bear market", com os investidores a recearem que uma - já expectável - política monetária mais agressiva da parte da Fed provoque uma recessão na economia.

Um indicador de mercado que mede a diferença entre os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA e os custos dos empréstimos a 10 anos inverteu na segunda-feira pela primeira vez desde abril, um fenómeno associado a um abrandamento económico.

Neste momento, o índice global dos mercados de capitais cai 0,8%, perto de um novo mínimo em 2022.

13.06.2022

Bolsas europeias pintadas de vermelho

O recieo de uma recessão económica mundial continua a dominar os mercados esta segunda-feira. As bolsas europeias estão em mínimos de início de março, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia afundou o mercados mundiais.

O índice Stoxx 600 estava às 10:58 (hora de Lisboa) a cair 2,22%, com todos os setores a vermelho e a tecnologia (-3,96%), recursos básicos (-3,94%) e turismo (-3,39%) a registarem as maiores quedas.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax reca2,22%, o francês CAC-40 desvaloriza 2,13%, o italiano FTSEMIB perde 2,31%, o britânico FTSE 100 cede 1,80% e o espanhol IBEX 35 desce 1,89%. Em Amesterdão, o AEX regista um decréscimo de 2,73%.

"O problema é que o mercado de ações está num dilema, temos de escolher entre o menos mau", afirma Max Kettner, estrategista-chefe de multiativos do HSBC. "Ou a inflação fica elevada por mais tempo, os bancos centrais atuam, e isso prejudica a avaliação, o que acaba por ser mau para os ativos de risco; ou, por outro se o crescimento cai mais do que o esperado, as estimativas de ganhos também terão que cair".

13.06.2022

Juros da dívida agravam na zona euro

Os juros dos países da zona euro estão a agravar expressivamente, com destaque para os estados periféricos onde as yields sobem acima de 10 pontos base.

Itália sofre o agravamento mais expressivo, registando uma subida de 13,6 pontos para uma taxa de 3,888%. Portugal vai a caminho dos 3%, com a yield a avançar 11,3 pontos para os 2,889%. Já a taxa de juro de Espanha agrava 10,6 pontos para os 2,874%.

Por sua vez, o "benchmark" europeu, as bunds germânicas também sobem mas de forma menos agressiva, 3,6 pontos para os 1,547%. Em França, a yield avança 7 pontos para os 2,161%.

13.06.2022

Ouro desvaloriza depois de ter batido máximos de cinco semanas. Dólar avança

O dólar segue a valorizar 0,44% face às divisas rivais, sendo o maior avanço sobre o rand sul-africano (1,36%) e o mais curto sobre o dólar de Singapura (0,10%).

Face ao euro, a nota verde avança 0,50%, com a moeda única a valer nesta altura 1,0473 dólares.

Em sentido inverso, o ouro desvaloriza, caindo de máximos de cinco semanas ainda em reação aos números da inflação dos Estados Unidos e em antecipação da reunião da Reserva Federal norte-americana.

"Os dados do Índice de Preços no Consumidor dos EUA agora estão a pressionar o ouro, dada o potencial para uma subida mais agressiva da Fed", sublinhou Warren Patterson, chefe de estratégia de commodities do ING Groep. "Qualquer aumento acima de 50 pontos base pode colocar alguma pressão de curto prazo nos preços do ouro."

Em Londres, o metal precioso caía 0,70%, para os 1.857,97 dólares a onça, depois de antes ter subido 0,40% para o valor mais alto desde 9 de maio. 

13.06.2022

Brent cede e cai abaixo dos 120 dólares por barril

O petróleo não foi imune ao "sell-off" generalizado que se vive nos mercados e segue esta manhã a desvalorizar. 

A esta hora, em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, recua 1,70% e está já abaixo da fasquia dos 120 dólares, a valer 119,94 dólares por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, cede 1,85% para 118,44 dólares por barril.

É a terceira sessão de perdas do crude, ainda assim, os analistas acreditam que os preços do petróleo vão continuar a subir para lá de 2022, podendo alcançar em breve a barreira dos 150 dólares por barril. 

Na quarta-feira, a Agência Internacional de Energia (AIE) vai divulgar as suas estimativas para o próximo ano. O consenso dos especialistas aponta para um crescimento na procura entre 1 milhão e 2,5 milhões de barris extra por dia. Em 2022, a AIE estima que a procura tenha aumentado na ordem dos 1,8 milhões de barris por dia.

Entretanto esta segunda-feira, a Líbia voltou a reportar problemas da produção de petróleo devido à crise política interna que o país atravessa.

13.06.2022

Europa aponta para abertura em queda

Os futuros da Europa apontam para uma abertura de mercados em terreno negativo, no arranque de uma semana que vai ficar marcada pela reunião da Reserva Federal norte-americana na quarta-feira.

Depois de na sexta-feira terem sido revelados os números da inflação nos Estados Unidos, que bateram os 8,6% em maio - um máximo de 40 anos e acima das previsões dos analistas, - os investidores apostam agora que a Fed vai optar por um aperto na política monetária do país, estimando-se que a nova subida de juros de julho possa mesmo vir a ser de 75 pontos base.

Às primeiras horas desta segunda-feira, no "premarket", o Stoxx 600 caía 1,7% e o Stoxx 50 recuava 1,9%. A Delivery Hero e a Telefonica estavam entre as cotadas mais penalizadas. Em sentido inverso, a GSK, a Rheinmetall e a Stellantis registavam bons desempenhos.

Pela Ásia, a sessão foi de perdas. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 3,27% e Xangai derrapou 0,89%. Na Coreia do Sul, o Kospi desvalorizou 3,52% enquanto pelo Japão, o Topix recuou 2,16% e o Nikkei desvalorizou 3,01%.

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