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Ao minuto02.06.2022

Petróleo regressa aos ganhos. Rússia controla um quinto da Ucrânia, diz Zelensky

Acompanhe aqui minuto a minuto o conflito na Ucrânia e o impacto nos mercados.

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02.06.2022

Scholz: Alemanha preparada para ter independência energética da Rússia

O chanceler alemão, Olaf Scholz (na foto), reiterou hoje que o "desafio" de obter a independência da energia russa, em resultado da invasão da Ucrânia decidida pelo Kremlin, e dos combustíveis fósseis em geral não apanhou a Alemanha "desprevenida".

Depois de uma reunião com os chefes de governo estaduais, o chanceler realçou que todos concordaram em reforçar a infraestrutura de abastecimento e impulsionar as energias renováveis.

Na reunião foi também analisada a subida dos preços da energia e o impacto na população.

Scholz recordou que o seu governo tinha aprovado dois pacotes de ajudas fiscais, no montante de 30 mil milhões de euros, que, pelas suas estimativas, beneficiam 90% dos cidadãos, mas admitiu que possam ser insuficientes no futuro.

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02.06.2022

Petróleo recupera de choque da OPEP+ com queda dos stocks nos EUA

Os preços do petróleo seguem a negociar em alta, a inverter da tendência de há poucas horas.

 

O "ouro negro" esteve a ceder terreno, depois de os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os seus aliados (grupo OPEP+) terem surpreendido os mercados ao abrirem mais as torneiras – quando se esperava um status quo da atual quota que vigora desde agosto do ano passado e que passava por um aumento de 432.000 barris por dia em julho.

 

Entretanto saíram os dados do Departamento norte-americano da Energia, que revelaram que os inventários de crude caíram na semana passada mais do que o esperado, o que fez com que as cotações invertessem a tendência e entrassem no verde.

 

Em Londres, o contrato de agosto do Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a somar 1,28% para 117,78 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, avança 1,53% para 117,02 dólares por barril.

 

Os membros da OPEP+ vão aumentar a oferta de crude em cerca de 50% nos meses de julho e agosto. O acordo alcançado esta quinta-feira constitui uma cedência à pressão dos grandes consumidores de petróleo, nomeadamente os EUA, para aliviar a escalada dos preços energéticos e, consequentemente, a inflação.

Os ministros dos membros do cartel e seus aliados concordaram em reforçar em 648.000 barris de petróleo por dia a oferta em julho e agosto.

 

"Em apenas 11 minutos, a OPEP e os seus aliados concordaram em reverter os cortes de produção (definidos durante a pandemia) mais depressa do que o planeado, conseguindo assim ter restaurada em agosto a sua anterior quota – em vez de setembro, como estava delineado", sublinha Giovanni Staunovo, estratega de matérias-primas do UBS, numa análise a que o Negócios teve acesso.

 

No entanto, ressalva o analista do banco suíço, "com muitos membros da OPEP+ a terem já atingido a sua capacidade de produção, estes aumentos de produção serão, na realidade, menores – e a capacidade adicional do grupo continuará reduzida".

 

02.06.2022

Europa veste-se de verde em dia mais morno devido a feriado britânico

Em dia de feriado no Reino Unido, as atenções viraram-se para a rainha e a negociação bolsista na Europa foi mais reduzida, mas, ainda assim, as principais bolsas do Velho Continente encerraram no verde.

Depois de quatro dos cinco meses do ano no vermelho, junho pode continuar complicado para as principais praças europeias, já que historicamente este mês tem sido o pior em todos os anos nas últimas duas décadas, indica a Bloomberg.

O índice de referência para o Velho Continente, Stoxx 600, ganhou 0,67% para 441,23 pontos, revertendo algumas perdas de quarta-feira. Os setores que mais subiram foram os das tecnologias, de produtos químicos, industrial e artigos para o lar.

A cair estiveram apenas 4 setores, como do imobiliário e o do petróleo e gás.

Nas principais praças da Europa ocidental, o índice francês CAC 40 cresceu 1,27%, o alemão Dax somou 1,01% e o italiano FTSEMIB ganhou 0,59%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,32%.

Em contraciclo esteve apenas a praça lisboeta a cair 0,67% e "los hermanos" madrilenos, com o IBEX a desvalorizar 0,04%.

02.06.2022

Ouro em alta, entre mais comentários de membros da Fed

O ouro está a subir pelo segundo dia consecutivo, entre receios de uma recessão económica que fazem deste metal precioso um ativo refúgio por excelência.

Membros da Reserva Federal norte-americana têm mostrado sinais de preocupação económica e de um cada vez mais certo aumento das taxas de juro em 50 pontos base. Mary Daly, presidente da Fed de San Francisco e James Bullard, líder em St Louis, concordam com o aumento. Já Tomas Barking, da Fed de Richmond, salientou a necessidade de continuar com uma política monetária mais apertada.

Também Lael Brainard, vice-presidente da Fed, disse hoje que as subidas de 50 pontos base em cada uma das duas próximas reuniões são praticamente um dado adquirido e disse não ver grande margem para uma "pausa" em setembro na linha de aumentos das taxas pela Fed.

O metal amarelo sobe 1,13% para 1 869,60 dólares por onça, à medida que o dólar vai desvalorizando. Já a platina ganha 1,90% e o paládio 0,67%.

02.06.2022

Euro avança após maus dados de emprego nos EUA

A moeda única europeia inverteu das perdas matinais e segue a ganhar terreno perante a "rival" norte-americana. A "nota verde", aliás, recua face às principais divisas internacionais depois de dados aquém do esperado na criação de emprego do setor privado dos EUA em maio.

A ADP, empresa de processamento de salários, indicou a criação de 128 mil empregos em maio, muito abaixo dos 299 mil esperados pelos economistas ouvidos pelo The Wall Street Journal. Os dados da ADP são vistos normalmente como um bom barómetro para os dados oficiais de emprego, que serão divulgados esta sexta-feira.

O euro segue a ganhar 0,57%, para os 1,0711 dólares. A divisa norte-americana também cede terreno perante a libra esterlina (-0,49%), iene (-0,18%) e franco suíço (-0,27%).

02.06.2022

Wall Street arranca no vermelho. Tecnológicas derrapam ao "toque de caixa" da Microsoft

Vários bancos estão a antecipar-se ao agravamento nos custos de financiamento em mercado. Citigroup e JPMorgan deverão estar entre os emitentes mais ativos nos EUA.

Wall Street arrancou a sessão no vermelho pelo terceiro dia consecutivo, pressionada pelos números do mercado de trabalho. A sessão está ainda a ser marcada pela queda de algumas tecnológicas contagiadas pelo deslize das ações da Microsoft, depois de a empresa ter revisto em baixo os lucros para este trimestre.

 

O industrial Dow Jones derrapa 0,22% para 32.750,24 pontos, enquanto o "benchmark" mundial S&P 500 cai 0,29% para 4.089,23 pontos. Por sua vez, o tecnológico Nasdaq Composite desvaloriza 0,45% para 11.934,25 pontos.

 

O setor privado dos Estados Unidos criou 128 mil postos de trabalho em maio, uma queda face aos 202 mil criados em abril, segundo o relatório divulgado esta quinta-feira pela Automatic Data Processing (ADP). O números ficaram abaixo da previsão de economistas ouvidos pelo The Wall Street Journal que apontavam para a criação de 299 mil postos de trabalho.

 

A sessão está ainda a ser pressionada pela revisão em baixa dos lucros para este trimestre da Microsoft. A empresa comandada por Satya Nadella segue a cair 2,22%, tendo contagiado algumas da "big tech". A Apple derrapa 0,36%, enquanto a Alphabet desliza 0,47% e a Amazon desvaloriza 0,35%.

 

A Microsoft reduziu as previsões de lucro para uma faixa entre 2,24 dólares e 2,32 dólares por ação (contra a faixa anterior entre 2,28 dólares e 2,35 dólares por ação).

 

Além disso, as estimativas para a receita são cortadas para um teto de 52,74 mil milhões de dólares (face aos 53,20 mil milhões de dólares previstos anteriormente).

 

No documento enviado ao regulador, a Microsoft esclarece que pretende "ajudar os investidores a entenderem o impacto do movimento desfavorável da taxa de câmbio para os resultados [da empresa]". Para a companhia este fator irá ter no último trimestre do ano um impacto de cerca de 460 milhões de dólares na receita arrecadada.

 

Durante a sessão, o foco os investidores irá ainda para o setor energético, depois de a OPEP e os aliados terem acordado aumentar a oferta de crude em cerca de 50% nos meses de julho e agosto. O acordo alcançado esta quinta-feira constitui uma cedência à pressão dos grandes consumidores de petróleo, nomeadamente os EUA, para aliviar a escalada de preços energéticos e, consequentemente, a inflação.

02.06.2022

"20% da Ucrânia está ocupada pela Rússia" diz Zelensky

O presidente ucraniano, Volodomyr Zelensky, disse esta quarta-feira que "20% do território ucraniano está sob ocupação russa" - são cerca de 125 mil quilómetros quadrados, dos quase 580 mil que compõem o país.

O presidente da Ucrânia acrescentou ainda que a frente de guerra se estende por mais de mil quilómetros e as tropas russas destruíram completamente a região de Donbass, a leste do país - onde está concentrada a ofensiva do Kremlin, especialmente na cidade de Severodonetsk.

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02.06.2022

Europa negoceia mista à espera da OPEP. Lisboa e Amesterdão no vermelho

Investidores estão a procurar proteção contra o risco associado à guerra, enquanto avaliam o impacto das sanções e as reações das várias empresas.

A Europa negoceia mista, com Lisboa e Amesterdão no vermelho e as restantes praças europeias no verde, num dia em que os investidores estão de olhos postos na reunião da Organização dos Países Exportadores do Petróleo (OPEP).

 

O "benchmark" europeu por excelência, Stoxx 600, valoriza 0,33% para 440,17 pontos. Dos 20 setores que compõe o índice, construção e produtos de consumo lideram os ganhos, enquanto "oil & gás" escorregam à boleia da queda da cotação do petróleo no mercado internacional, depois de ter sido noticiado que a Arábia Saudita está pronta para suprimir a lacuna russa na produção de ouro negro.

 

Nas restantes praças europeias, o espanhol IBEX negoceia na linha d´água (0,07%), o alemão DAX sobe 0,55% e o francês CAC 40 cresce 0,63%.

Por sua vez, Milão valoriza 0,12%, enquanto Lisboa e Amesterdão negoceiam no vermelho. O PSI não aguentou a pressão do setor energético e cedeu após arrancar no verde, estando neste momento a desvalorizar 0,28%, acompanhado de Amesterdão que cai 0,12%.

 

"Durante a sessão de hoje o foco principal está virado para a reunião da OPEP. Se a Arábia Saudita produzir mais petróleo, isso vai reduzir a inflação e o mercado [acionista] vai agarrar essa boa notícia", defendeu Thomas Nugent, em declarações à Bloomberg.

Ainda assim, "mantemos uma visão cautelosa sobre as ações [europeias], pois a inflação e a política monetária continuam a ser os principais fatores de incerteza [para o mercado de títulos]", rematou o gestor de ativos da Mapfre AM. 

02.06.2022

Juros da dívida portuguesa em máximos de setembro de 2017. Fosso com "benchmark" renova máximos de 2015

A seis dias da reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), os juros estão a agravar na Zona Euro.

 

A yield sobre as Bunds alemãs a dez anos – "benchmark" para a Zona Euro – agrava 0,7 pontos base para 1,188%, renovando máximos de julho de 2014. Desde o dia 5 de maio que os juros das obrigações alemãs com esta maturidade estão acima de 1%

 

Na Península Ibérica, os juros da dívida portuguesa a dez anos sobem 1,3 pontos base para 2,335%, a yield mais alta alcançada este ano e como não era visto desde o dia 29 de setembro de 2017.

Desde o passado dia 29 de abril que os juros das obrigações nacionais com esta maturidade estão a ser negociadas acima da linha dos 2%. O spread dos juros da dívida portuguesa face ao "benchmark" europeu está em máximos de junho de 2015.

 

Em Espanha a yield das obrigações a dez anos soma 1,2 pontos base para 2,306%.

 

Por Itália, os juros da dívida a dez anos agravam 0,7 pontos base para 3,202%, enquanto os juros das obrigações francesas com a mesma maturidade sobem 1 ponto base para 1,711%.

02.06.2022

Medo sobre recessão impulsiona ouro. Euro valoriza face à fraqueza do dólar

O ouro amplia os ganhos da sessão desta quarta-feira, à medida que aumenta o medo entre os investidores sobre a possibilidade do advento de uma recessão que fustigue a economia norte-americana.

 

O metal amarelo valoriza 0,27% para 1.853,61 dólares por onça. Paládio acompanha esta tendência positiva, enquanto prata e platina negoceiam no vermelho.

 

O CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, aconselhou os investidores a preparem-se para uma crise furacão. Já nos corredores da Reserva Federal norte-americana, tanto "pombas" como "falcões" concordaram em subir as taxas de juro em 50 pontos base nas reuniões do banco central agendadas para este mês e para julho.

 

Mary Daly, presidente da Fed de San Francisco, e James Bullard, líder do banco central em St Louis, concordaram em subir as taxas de juro em 50 pontos base. Já Tomas Barkin, líder da Reserva Federal em Richmond não apontou a dimensão do aumento, mas salientou a necessidade de continuar com a política de "aperto monetário".

 

No mercado cambial, o índice do dólar da Bloomberg – que compara a "nota verde" com 10 divisas rivais – cai 0,22% para 102,26 pontos. Já o euro aproveita esta fraqueza e valoriza 0,35% para 1,0687 dólares.

02.06.2022

Brent cai quase 2% com a possibilidade de Arábia Saudita e EAU poderem compensar lacuna russa

O petróleo está em queda, depois de ser noticiado que a Arábia Saudita e os EAU estão prontos a substituir a produção russa caso esta diminua, devido às sanções impostas pelo Ocidente a Moscovo na sequência da invasão à Ucrânia. Os países da OPEP reúnem-se esta quinta-feira.

 

Durante a madrugada lisboeta, o West Texas Intermediate, referência para as importações norte-americanas, chegou a tombar mais de 3%, estando entretanto a perder 2,06% para 112,89 dólares por barril. Já o Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para Portugal, cai 1,86% para 114,13 dólares.

 

Os Países Exportadores de Petróleo vão reunir-se esta quinta-feira para ajustar a estratégia de produção petrolífera nos próximos meses. Apesar da crise que o setor vive, foram feitas mudanças no último encontro pelo que não é esperada qualquer alteração na produção para já.


Esta semana, o Wall Street Journal avançou que a Rússia pode sair das quotas de produção e o Financial Times noticiou que a Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos estão prontos para produzir mais barris de ouro negro, caso a produção russa diminua.

02.06.2022

Europa aponta para abertura no verde. Ásia fecha no vermelho

A Ásia fechou no vermelho, enquanto a Europa aponta para um arranque de sessão em território positivo, numa altura em que os investidores digerem o cenário inflacionista atual e a possibilidade de uma política monetária restritiva. 

 

Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 sobem 0,16% e os futuros sobre o alemão DAX alemão valorizam perto de 0,1%.

 

Na Ásia, pelo Japão o Topix caiu 0,63% e o Nikkei derrapou 0,16%. Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 1,04%, enquanto em Hong Kong o tecnológico Hang Seng perdeu 1,08%, ao passo que Xangai que desvalorizou 0,35%.

 

Para alguns analistas, como Dan Fineman, esta queda significa que "neste momento há uma oportunidade tática na China".

 

"As ações estão muito baratas, acho que provavelmente as ações chinesas estão no fundo ou perto do fundo", alerta o diretor adjunto do gabinete de estratégia para o mercado de ações da Ásia-Pacífico do Credit Suisse, em declarações à CNBC.

02.06.2022

Cotações do trigo e milho tombam pelo segundo dia consecutivo

Os preços do trigo e do milho caíram pelo segundo dia consecutivo, pressionados pela expectativa dos investidores de que a Ucrânia retome as exportações em breve, através do Mar Negro.

A cotação do trigo de referência tombou 5,5% e o milho renovou mínimos de dois meses, de acordo com os dados compilados pela Bloomberg.

 

O presidente norte-americano afirmou que está a trabalhar por encontrar uma solução para a exportação de cereais ucranianos. As declarações de Joe Biden, surgem depois de António Guterres, secretário-geral da ONU, ter anunciado que também estava a trabalhar neste tema, não tendo avançado na altura com mais detalhes sobre as possíveis negociações.

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